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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Jornada Mundial da Juventude



Jovens de Curitiba se preparam para JMJ Rio 2013
Lançamento do site e logomarca da Pré JMJ Curitiba acontece no próximo sábado (28). Participam do evento, além de jovens das comunidades paroquiais, também autoridades civis e eclesiásticas


Serão lançados no dia 28 de abril, a partir das 14h, no Cenáculo dos Adoradores (anexo a Igreja da Ordem), a logomarca e o site da Pré JMJ Curitiba – Semana Missionária. A iniciativa tem como objetivo mobilizar a juventude em torno do evento que será realizado, em Curitiba, uma semana antes da Jornada Mundial da Juventude que vai acontecer no Rio de Janeiro de 23 a 28 de julho de 2013.

Com o lançamento do site www.jmjcuritiba.com a equipe organizadora da Pré JMJ Curitiba – Semana Missionária pretende promover maior estímulo à participação dos jovens, uma vez que todas as informações serão concentradas neste canal.

Participam deste encontro do dia 28 líderes da juventude de todas as paróquias da Arquidiocese de Curitiba. Na ocasião, eles também irão receber orientações do Comitê Central da Pré JMJ Curitiba sobre as atividades paroquiais e animação da comunidade, entre outros assuntos. 

Sobre a Pré JMJ - Semana Missionária
Anteriormente o período que antecede uma Jornada Mundial da Juventude era chamado de “Dias nas Dioceses” ou de “Pré-Jornada”, mas durante a visita do Cardeal Rylko – presidente do Pontifício Conselho para os Leigos – ao Rio de Janeiro, em fevereiro de 2012, ele concordou que esta semana tenha um forte caráter missionário, seguindo a linha do Documento de Aparecida. Durante a Semana Missionária a proposta é que, chegando ao Brasil, os jovens peregrinos estrangeiros vivam intensamente a realidade local, em união com toda a Igreja do Brasil. Durante este tempo, todas as dioceses seguirão uma programação comum sobre três pilares: espiritualidade, solidariedade missionária e cultura. Isto vale também para as dioceses que não terão a presença de jovens estrangeiros. Há todo um esforço para preparar bem esta Semana Missionária com os próprios fiéis da diocese: envolvimento na formação de grupos de voluntários, acolhida dos peregrinos, entre outros aspectos que são demandados para estes dias.

Sobre a Jornada Mundial da Juventude
Em 1985, por ocasião do Ano Internacional da Juventude, o Papa João Paulo II instituiu a Jornada Mundial da Juventude, um encontro dos jovens católicos do mundo inteiro com o Papa, que acontece num intervalo de dois ou três anos. Desde então, já foram realizadas JMJ em Roma (1986), Buenos Aires (1987), Santiago de Compostela (1989), Czestochowa (1991), Denver (1993), Manila (1995), Paris (1997), Roma (2000), Toronto (2002), Colônia (2005), Sydney (2008) e Madri (2011).

Serviço:
Lançamento logomarca e site Pré JMJ Curitiba –Semana Missionária
Data: sábado (28 de abril de 2012)
Local: Cenáculo dos Adoradores (ao lado da Igreja da Ordem)
Horário: das 14h às 17h
Endereço: Rua Mateus Leme, 01 - Centro

Fontes para entrevista:
Padre Alexsander Cordeiro - assessor eclesiástico do Setor Juventude da Arquidiocese de Curitiba
Marcos Moura - secretário do Setor Juventude da Arquidiocese de Curitiba
Telefones: 41 2105-6364/ 6368 - 9600-9697.

Assessoria de Imprensa Pré JMJ Curitiba – Semana Missionária
Ana Paula Rodrigues Ferreira – DRT 4198/PR -Telefone: 9633-2960
Andrea Adelio – DRT 4030/PR – Telefone: 41 9961-6203
Fabiana Sá – DRT 6486/PR - Telefone: 9131-6537
Maisa Gomes – DRT 7256/PR – Telefone: 9869-5697
Priscila Naufel – MTb  0175702/ PR  - Telefone: 9924-0542

domingo, 22 de abril de 2012

Mensagem do Papa na Oração Regina Caeli

O Evangelho de São Lucas e o mistério da ressurreição esteviram no centro da mensagem do Regina Coeli, dirigida pelo Santo Padre aos fiéis presentes na Praça São Pedro, neste domingo.

- Jesus ressuscitado que se apresenta aos discípulos, os quais, incrédulos e tomados pelo medo, pensam que estão vendo um fantasma, disse Bento XVI que, ao citar o filósofo italiano Romano Guardini, explicou as características dessa mudança: “O Senhor mudou. Não vive mais como antes. A sua existência não é compreensível. No entanto, é corpórea, inclui toda a sua vida, o destino percorrido, a sua paixão e morte. Tudo é realidade. Modificada, no entanto, mas sempre tangível realidade”. 

Bento XVI descreveu ainda como Jesus convenceu os Apóstolos de que não era um fantasma, como eles haviam pensado. 

- Visto que a ressurreição não apaga os sinais da crucificação, Jesus mostra aos Apóstolos as mãos e os pés. E para convencê-los, pede até mesmo algo para comer. Assim os discípulos ofereceram uma porção de peixe assado; que Ele aceitou e comeu diante deles".

Graças a estes sinais muito reais - prosseguiu o Papa - os discípulos superaram a dúvida inicial e se abriram ao dom da fé; e esta fé permite a eles entender as coisas escritas sobre Cristo “na lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos”. 

Bento XVI ainda falou numa abertura, seguramente misteriosa, à percepção superior para que os Apóstolos pudessem ter uma compreensão daquilo que tinha acontecido e que estava além das razões humanas.

- Lemos que Jesus “abre a mente dos apóstolos para compreender as Escrituras e diz a eles: “Assim está escrito: o Cristo sofrerá e ressurgirá dos mortos no terceiro dia, e em seu nome serão predicados a todos os povos a conversão e o perdão dos pecados…Disto vocês são testemunhas”. 

Superando qualquer dúvida da presença de Jesus Cristo entre nós, Bento XVI esclareceu como e quando Ele se faz presente.

- O Salvador nos assegura de sua presença real entre nós, por meio da Palavra e da Eucaristia. Como, por isso, os discípulos de Emaús reconheceram Jesus ao dividir o pão, assim também nós encontramos o Senhor na Celebração eucarística. 

Ao citar São Tomás d’Aquino, Papa disse que “é necessário reconhecer, de acordo com a fé católica, que o Cristo por inteiro está presente neste Sacramento…porquê nunca a divindade deixou o corpo que assumiu.

Por fim, lembrou de um momento muito importante na vida dos jovens e convidou os envolvidos a se dedicarem a esse Sacramento.

- Caros amigos, no tempo pascoal a Igreja, frequentemente, administra a Primeira Comunhão às crianças. Exorto, para tanto, os párocos, os pais e os catequistas a preparar bem esta festa da fé, com grande fervor mas também com sobriedade. “Este dia permanece na memória como o primeiro momento em que se percebe a importância do encontro pessoal com Jesus”. 

Que a Mãe de Deus nos ajude a escutar com atenção a Palavra do Senhor e a participar dignamente do Sacrifício Eucarístico, para que nos transformemos em testemunhas da nova humanidade





Fonte: Rádio Vaticano - Acesse a página em nossa página inicial

sábado, 21 de abril de 2012

A Beleza do Rito Litúrgico

 Caros leitores, é muito importante estarmos sempre atentos ao que diz a Igreja sobre determinados assuntos. Por exemplo: no site da Santa Sé (cujo link encontra-se na página inicial) há diversos ensinamentos sobre liturgia, que servem para ajudar-nos em nossa espiritualidade e para celebrarmos melhor.

 Abaixo, uma publicação de 2010, que fala sobre a beleza do rito litúrgico.


A beleza do rito litúrgico

Hans Urs von Balthasar, na "Introdução" ao primeiro volume de sua monumental Herrlichkeit(Glória), em que desenvolveu uma teologia sistemática focada na importância da beleza, escreve:
"A beleza é a última palavra que o intelecto pensante pode atrever-se a pronunciar, porque esta não faz outra coisa a não ser coroar, como auréola de esplendor inapreensível, a estrela dupla da verdade e do bem e sua relação indissolúvel. Esta é a beleza altruísta, sem a qual o velho mundo era incapaz de ser compreendido, mas que deixou, na ponta dos pés, o moderno mundo dos interesses, abandonando-o à sua cobiça e tristeza. Esta é a beleza que já não é amada ou mesmo guardada pela religião, mas, como máscara arrancada de seu rosto, revela traços que ameaçam ser incompreensíveis para os homens. Esta é a beleza em que já não ousamos acreditar e que transformamos em aparência para que possamos nos libertar dela sem remorsos. Esta é a beleza, enfim, que requer (como é demonstrado hoje), pelo menos coragem e força de decisão da verdade e da bondade, e que não se deixa reduzir ao ostracismo e separar dessas suas duas irmãs sem arrastá-las consigo em uma misteriosa vingança" (Gloria. Una estetica teologica, Jaca Book, Milano 1994 [rist II.], pp. 10-11).
São palavras de clara condenação, por parte de um teólogo bem "moderno", desse espírito funcionalista típico da modernidade, que é incapaz de apreciar o valor das coisas belas que não tenham um reflexo imediato no campo da utilidade. Como compreender hoje o valor dos detalhes minuciosos que os artistas traçaram sobre as abóbadas de inúmeras igrejas e que são inúteis, porque não são perceptíveis para quem vê a abóbada da nave? Como justificar a fadiga dos mestres do mosaico que passavam dias compondo obras em locais não visíveis das catedrais medievais? Se a pintura ou o mosaico não serão vistos, não serão usufruídos por olho humano algum, de que adiantou tanta dificuldade? A beleza neste caso não implica uma perda de tempo e energia? E também: para que serve a beleza das vestimentas e dos vasos sagrados, se o pobre morre de fome ou não tem com que cobrir sua nudez? Essa beleza não tira recursos do cuidado dos necessitados?
E, no entanto, a beleza é proveitosa! E serve precisamente quando é gratuita, quando não busca uma utilidade imediata, quando é irradiação de Deus. Bento XVI recorda: "A relação entre mistério acreditado e mistério celebrado manifesta-se, de modo peculiar, no valor teológico e litúrgico da beleza. De fato, a liturgia, como aliás a revelação cristã, tem uma ligação intrínseca com a beleza: é esplendor da verdade (veritatis splendor). Na liturgia, brilha o mistério pascal, pelo qual o próprio Cristo nos atrai a Si e chama à comunhão. (...) A beleza da liturgia pertence a este mistério; é expressão excelsa da glória de Deus e, de certa forma, constitui o céu que desce à terra. (...) Concluindo, a beleza não é um fator decorativo da ação litúrgica, mas seu elemento constitutivo, enquanto atributo do próprio Deus e da sua revelação. Tudo isto nos há-de tornar conscientes da atenção que se deve prestar à ação litúrgica para que brilhe segundo a sua própria natureza" (Sacramentum Caritatis, n. 35).
Quem não sabe apreciar o valor gratuito (ou seja, da graça) da beleza, em especial da beleza litúrgica, dificilmente conseguirá realizar um ato adequado de culto divino. Continua Von Balthasar: "Quem, ao ouvir falar dela, sorri, julgando-a como um resíduo exótico de um passado burguês, desse se pode ter certeza de que - secreta ou abertamente - já não é capaz de rezar e, depois, tampouco o será de amar" (Glória, p. 11).
A beleza do rito, quando é tal, corresponde à ação santificadora própria da sagrada liturgia, a qual é obra de Deus e do homem, celebração que dá glória ao Criador e Redentor e santifica a criatura redimida. De modo conforme à natureza composta do homem, a beleza do rito deve ser sempre corpórea e espiritual, mostrar o visível e o invisível. Do contrário, ou se cai no esteticismo, que pretende satisfazer o gosto, ou no pragmatismo, que supera as formas na busca utópica de um contato "intuitivo" com o divino. No fundo, em ambos os casos, passa-se da espiritualidade à emotividade.
O risco hoje é menos o do esteticismo e muito mais o do pragmatismo informal. Temos necessidade, no presente, não tanto de simplificar e de extrair o supérfluo, mas de redescobrir o decoro e a majestade do culto divino. A sagrada liturgia da Igreja atrairá o homem da nossa época não vestindo cada vez mais as vestimentas da cotidianidade anônima e cinza, a que já está muito acostumado, mas vestindo o manto real da verdadeira beleza, vestidura sempre nova e jovem, que a faz ser percebida como uma janela aberta ao céu, como ponto de contato com o Deus Uno e Trino, a cuja adoração está ordenada, através da mediação de Jesus Cristo, Sumo e Eterno Sacerdote.




Terceiro Domingo da Páscoa

 Caros leitores, ainda estamos nos regozijando da alegria pascal, da ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo. O tempo pascal perdura por cinquenta dias: da Vigília Pascal, até a Solenidade de Pentecostes. 
Ao longo deste tempo, as passagens do Evangelho são centralizadas na ressurreição do Senhor. 
O Evangelho deste domingo relata a dificuldade dos Apóstolos em crerem na ressurreição. A influência da dualidade grega, da separação entre corpo e espírito e a superioridade deste em relação à matéria que era considerada como fadada a desaparecer, leva os membros da primeira comunidade cristã a terem dificuldades em crer na ressurreição da carne.

Do mesmo modo que em João, podemos entender a precisão de Lucas, ao falar que a aparição de Jesus aconteceu de noite, como não apenas a noite física da natureza, mas a noite da alma, que está repleta de angústias, de perturbações, de dúvidas.
Jesus aparece no meio deles e faz questão de provar que possui um corpo, o mesmo que traz as marcas da paixão, que se alimenta, que é tangível.

É necessário que o Senhor abra nossos corações e nossas inteligências para podermos crer em sua ressurreição. Não basta vermos e sentirmos, é preciso a graça, o dom de Deus para entendermos as Escrituras.
Em seguida o Senhor dá aos seus amigos a missão de serem suas testemunhas. Isso nos leva aos Atos dos Apóstolos, onde a ação de Pedro deixa claro o que é viver esse mandato. Pedro faz o anúncio do querigma, ou seja, da novidade eterna: Jesus, o Filho de Deus, morreu e ressuscitou para nos redimir.
Na terceira leitura, João, em sua carta, nos ensina que conhecer Deus, conhecer Jesus, é guardar seus mandamentos e sabemos que seu mandamento maior é amar.

Portanto, nossa missão como batizados é anunciar a redenção de Jesus, sua ressurreição e amar a todos sem limites.

Fonte: Rádio Vaticano. Acesse  o link em nossa página inicial



domingo, 15 de abril de 2012

Domingo da Divina Misericórdia - Reflexão do Arcebispo do Rio de Janeiro

 Caros leitores, hoje a Igreja celebra o Domingo da Divina Misericórdia. Para aqueles que quiserem saber mais desta tão solene festa, consulte a postagem do nosso blog intitulada Domingo da Divina Misericórdia e Homilia do Papa João Paulo II na canonização de Irmã Faustina Kowalska.


 Para tal solenidade, publicamos abaixo uma reflexão do Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, O. Cist. Cedida especialmente para a Rádio Vaticano.




Domingo da misericórdia! As leituras deste segundo domingo da Páscoa giram em torno desse tema, começando com a oração de abertura repetida no Salmo, e culminando na passagem do Evangelho em que Jesus apareceu aos discípulos no Cenáculo, mostrou-lhes as mãos e seu lado traspassado.

Sabemos que o fundamento teológico da devoção ao Coração de Jesus é o Seu Coração traspassado pela lança, do qual brotaram sangue e água; o sangue que regenera a vida da graça, e a água que nos purifica de nossos pecados. Quando contemplamos a imagem de Jesus misericordioso, vemos que Ele se mostra precisamente com o Coração traspassado, do qual surgem dois raios: um vermelho, que simboliza o sangue derramado, e o outro branco, que simboliza a água que nos purifica no nosso Batismo. Este quadro é relativo à Festa da Divina Misericórdia, celebrada no segundo domingo de Páscoa. Os escritos dos Santos Padres comparam esses sinais ao nascimento da Igreja do lado aberto de Cristo. 

A festa da Divina Misericórdia foi instituída pelo Papa Beato João Paulo II em abril de 2000. E em 29 de junho de 2002, com um novo decreto, acrescenta a esta festa uma indulgência plenária. Assim, o já chamado “domingo in Albis” (em branco, recordado pelas vestes dos que haviam sido batizados na noite de Páscoa) tornou-se o Domingo da Divina Misericórdia.

Esta festa vem precedida por uma novena de preparação, pois, anexa a ela existe uma grande promessa de Jesus a todos aqueles que confessarem e comungarem, celebrando dignamente esta Festa – serão remidas as penas das culpas e reencontrarão a veste branca batismal.
Sabemos que o Batismo nos faz novos. Nas primeiras comunidades cristãs alguns esperavam para recebê-lo mais tarde, pois assim estariam certos de que todos os seus pecados teriam sido perdoados pelo Batismo. Comportamento que revela, conforme a mentalidade da época, a fé na eficácia do sacramento.

Sabemos que o Batismo, como também a Crisma e a Ordem, opera uma consagração ontológica (do ser), que consagra de uma vez por todas o ser da pessoa que o recebe, o que significa que não pode ser dissolvido nem recebido uma segunda vez. Portanto, para nós que não podemos mais receber o Batismo, esta festa contribui a dar-nos de volta a veste branca do batismo, como foi inspirado por Santa Faustina: "Desejo que o primeiro domingo depois da Páscoa seja a Festa da Minha Misericórdia. A alma que naquele dia tiver se confessado e comungar, vai ficar completamente remida dos pecados e das culpas. A alma que recorrer à minha misericórdia não perecerá: Eu, o Senhor, vou defendê-la como minha própria glória, e na hora da morte não virei como um juiz, mas como Salvador. Diga à humanidade sofredora que se refugie em meu Coração Misericordioso e eu a preencherei de paz”. 

Dessa maneira, ao trazer à tona o nascimento da Igreja, nova Eva, com o simbolismo da água e do sangue jorrados do lado de Cristo e ao procurar renovar o cristão revivendo o seu batismo recordando que com o perdão ele se reveste com a veste branca, o domingo anteriormente chamado “in albis” continua retomando o seu caráter eclesial e batismal com a festa da Divina Misericórdia recentemente introduzida.

Nestes tempos em que um grupo minoritário impõe aos brasileiros, contra a vontade deles, suas opiniões sobre a vida e coloca o nosso país em retrocesso com relação aos valores do ser humano, sem dúvida, que para nós, cristãos, é tempo de aprofundar ainda mais nossa vida e missão nessa sociedade.

Nós estamos submersos sob uma avalanche de informações que nos é transmitida por diferentes canais. Temos de recuperar a orientação da verdade, o labirinto de informações destorcidas e desinformadas que afirmam hoje em letras garrafais, mas que amanhã corrigem em notas ao pé da página e que podem, até depois de amanhã ratificar, fazendo muitos perderem a cabeça, por não saberem mais em que acreditar.

Façamo-nos difusores da boa notícia da salvação e da misericórdia divina, e rios de água viva irrigarão o mundo com a presença de Deus. E uma nova primavera vai surgir! Gritemos ao mundo com toda a força: Cristo ressuscitou, aleluia, ressuscitou, verdadeiramente, aleluia! Em sua infinita misericórdia Ele quer nos salvar!



Dom Orani João Tempesta


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