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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
O Sacramento da Confirmação II
Caros leitores, em nossa segunda catequese sobre o
Sacramento da Confirmação, vamos falar sobre os sinais e o rito deste
Sacramento tão importante para a vida da Igreja. Em primeiro lugar, temos que
considerar dois símbolos essenciais e visíveis deste Sacramento: unção e selo.
A unção, no simbolismo bíblico antigo, é rica de
significados: o óleo é sinal de abundância e de alegria e também de purificação
seja antes ou depois do banho. É sinal de força (atletas e lutadores que eram
ungidos) e sinal de cura: unção dos doentes. A unção com o óleo do Crisma
sempre fio significado de consagração, seja logo após o Batismo, na Confirmação
ou nas Ordenações presbiterais e episcopais. Aqueles que recebem o Sacramento
da Confirmação, participam mais intensamente da missão de Jesus e da plenitude
do Espírito Santo. Aquele que recebe a unção, recebe uma marca, um selo do
Espírito Santo. O selo é símbolo da pessoa, sinal de sua autoridade, de sua propriedade
sobre um objeto. Cristo mesmo se declara marcado com o selo do Pai. Também o
cristão está marcado por um selo: “Aquele
que nos fortalece convosco em Cristo e nos dá a unção é Deus, o qual nos marcou
com um selo e colocou em nossos corações o penhor do Espírito”. (2Cor 1,21-22).
Celebração da
Confirmação
O Sacramento da Confirmação tem seu primeiro rito
com a bênção do óleo do Crisma feita pelo bispo, na Missa de Quinta-feira Santa
pela manhã. Somente o bispo ordinário pode consagrar o crisma para sua diocese.
Nas Igrejas Orientais, esta função é reservada somente para o Patriarca. No
rito latino, a Confirmação é celebrada separadamente do Batismo e pode ser numa
celebração eucarística ou não, dependendo sempre as circunstâncias.
Independente do caso, o rito começa com a renovação das promessas do Batismo.
Agora é o momento da própria pessoa renovar sua fé que foi professada pela
primeira vez pelos seus pais e padrinhos.
No rito romano, o Bispo estende as mãos sobre o
conjunto dos confirmandos, gesto que, desde o tempo dos apóstolos, é o sinal do
dom do Espírito Santo. Sempre o Bispo invoca a efusão do Espírito, com a
fórmula proposta no Pontifical Romano. É bom lembrar que nesta fórmula de
efusão, pedem-se os sete dons do Espírito Santo sobre os confirmandos.
O Rito essencial da Confirmação é a unção com o
Santo Crisma na fronte, com as palavras seguintes:
- Accipe
signaculum doni Spiritus Sancti
- N. Recebe
por este sinal o Espírito Santo, dom de Deus.
O confirmando responde amém e o Bispo o saúda com o
abraço da paz:
- Pax tibi.
- A paz esteja
contigo
- Et cum
spiritu tuo
- E contigo
também
Ministro da
Confirmação
O ministro por excelência da Confirmação sempre é o
Bispo. Mas, quando houver a necessidade, o Bispo pode delegar um presbítero a
faculdade de administrar este Sacramento. Apenas em duas circunstâncias o
presbítero pode conferir este Sacramento: durante o rito da Vígilia Pascal, ou
em caso de morte.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Como funciona um Conclave?
Caros leitores, dentro de alguns dias teremos um Conclave para eleger o novo Sumo Pontífice. Mas, o que é o Conclave? Esta pergunta, o conhecido Pe. Paulo Ricardo responde no vídeo abaixo de maneira simples, profunda e interessante. Acompanhe:
Fonte: YouTube/ Site Christo Nihil Praeponere
Fonte: YouTube/ Site Christo Nihil Praeponere
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Arquidiocese de Curitiba tem novo bispo auxiliar
Monsenhor José Mário Scalon Angonese,
atualmente pároco da Paróquia da Ressurreição e Reitor do Seminário
Maior de Santa Maria (RS) foi nomeado nesta quarta-feira, 20 de
fevereiro, pelo Papa Bento XVI como novo bispo auxiliar de Curitiba
(PR).
A Nunciatura Apostólica comunicou a
nomeação lembrando que o Santo Padre atendeu ao pedido do arcebispo de
Curitiba, dom Moacyr José Vitti de poder contar com um colaborador e
acrescentou que a notícia foi publicada no jornal “L’Osservatore Romano”
desta quarta-feira, ao meio dia, no horário de Roma.
O novo bispo é gaúcho de Unistalda,
Santiago. Seus pais são Roberto Antônio Angonese e Henrica Scalon
Angonese. Monsenhor José Mário recebeu formação institucional em
Filosofia e Teologia em Viamão (RS) e se especializou em Psicopedagogia.
Foi incardinado na Diocese de Santa Maria em 1988 e ordenado sacerdote,
por dom Ivo Lorscheiter, em 1989, na também cidade gaúcha de Nova
Esperança do Sul.
Como padre, Monsenhor José Mário
desempenhou as seguintes atividades: assistente no Seminário São José e
promotor vocacional de 1990 a 2002; diretor espiritual do mesmo
Seminário no período de 1991 a 1998. No ano de 1995, trabalhou por 6
meses na diocese de Cruz Alta (RS), como pároco da Paróquia da
Natividade, na cidade Ijuí. Tornou-se Reitor do Seminário São José em
1999 e permaneceu nesse serviço até 2001 quando foi nomeado pároco da
Paróquia Santíssima Trindade, em Nova Palma, até 2011 quando foi
transferido e tornou-se pároco da Paróquia da Ressurreição, em Santa
Maria.
Fonte: CNBB
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Penúltima oração do Ângelus com o Papa Bento XVI
A Quaresma nos ensina que a fé em Deus é "o critério-base" da vida da Igreja. Foi o que afirmou o Santo Padre no Angelus
deste domingo, da janela de seus aposentos que dá para a Praça São
Pedro, o primeiro após o anúncio da sua renúncia ao ministério petrino.
Falando aos milhares de fiéis e peregrinos que o saudaram com afeto e comoção, Bento XVI ressaltou que, se estivermos unidos a Cristo, não devemos ter medo de combater o mal. Muitas faixas e cartazes levados pelos fiéis e peregrinos para a Praça São Pedro atestavam proximidade e gratidão ao Pontífice. Na saudação aos presentes Bento XVI agradeceu aos que estão rezando por ele, pela Igreja e pelo próximo Papa.
A Quaresma, iniciada com o Rito das Cinzas, é "tempo de conversão e penitência" que deve reorientar-nos "decididamente a Deus, renegando o orgulho e o egoísmo para viver no amor". O Santo Padre iniciou assim a sua meditação sobre o Evangelho dominical que narra as tentações de Jesus no deserto. E ressaltou que a Igreja, mãe e mestra, "convida todos os seus membros a se renovarem no espírito":
"Neste Ano da Fé a Quaresma é um tempo favorável para redescobrir a fé em Deus como critério-base da nossa vida e da vida da Igreja. Isso comporta sempre uma luta, um combate espiritual, porque o espírito do mal naturalmente se opõe à nossa santificação e busca fazer-nos desviar do caminho de Deus."
Em seguida, Bento XVI observou que Jesus é conduzido ao deserto para ser tentado pelo diabo no momento de "iniciar o seu ministério público". Portanto, não um momento casual:
"Jesus teve que desmascarar e repelir as falsas imagens de Messias que o tentador lhe propunha. Mas essas tentações são também falsas imagens do homem, que em todos os tempos insidiam a consciência, travestindo-se de propostas convenientes e eficazes, até mesmo boas."
Os evangelistas Mateus e Lucas, observou, apresentam as tentações diversificando-as por ordem, mas a sua natureza não muda:
"O núcleo central delas consiste sempre no instrumentalizar Deus em função dos próprios interesses, dando mais importância ao sucesso ou aos bens materiais. O tentador é astuto: não impele diretamente em direção ao mal, mas em direção a um falso bem, fazendo crer que as verdadeiras realidades são o poder e aquilo que satisfaz as necessidades primárias."
"Desse modo – acrescentou – Deus torna-se secundário, se reduz a um meio, definitivamente, torna-se irreal, não conta mais, desvanece":
"Nos momentos decisivos da vida, mas, olhando bem, em todos os momentos, encontramo-nos diante de uma bifurcação: queremos seguir o eu ou Deus? O interesse individual ou o verdadeiro Bem, aquilo que realmente é bem?"
As tentações, prosseguiu, fazem parte da "descida" de Jesus à nossa condição humana, "ao abismo do pecado e das suas conseqüências". Uma descida que Jesus fez até os "infernos do extremo distanciamento de Deus". Desse modo, afirmou, Jesus é, portanto, "a mão que Deus estendeu ao homem, à ovelha perdida para reconduzi-la a salvo":
"Portanto, também nós não temos medo de enfrentar o combate contra o espírito do mal: o importante é que o façamos com Ele, com Cristo, o Vencedor. E para estar com Ele dirigimo-nos à Mãe, Maria: invoquemos Nossa Senhora com confiança filial no momento da provação, e ela nos fará sentir a potente presença de seu Filho divino, para repelir as tentações com a Palavra de Cristo, e assim recolocar Deus no centro da nossa vida."
No momento das saudações em diversas línguas, Bento XVI agradeceu àqueles que estão rezando por ele e pela Igreja nestes dias, manifestando afeto e proximidade. Em espanhol, pediu que continuem rezando pelo próximo Papa. Em alemão, pediu aos fiéis que estejam próximos a ele e à Cúria Romana, sobretudo por ocasião desta semana de Exercícios espirituais. Por fim, fez uma calorosa saudação aos presentes de língua italiana, com um pensamento especial aos fiéis e cidadãos de Roma – dos quais é pastor qual Bispo de Roma:
"O brigado por virem tão numerosos! Também isso é um sinal do afeto e da proximidade espiritual que vocês estão me manifestando nestes dias. Saúdo, em particular, a administração de Roma Capital, conduzida pelo prefeito, e com ele saúdo e agradeço a todos os habitantes dessa amada Cidade de Roma."
Num twett, por volta das 12h30 deste domingo, o Pontífice reiterou que a "Quaresma é um tempo favorável para redescobrirmos a fé em Deus como base da nossa vida e da vida da Igreja."
O Santo Padre concedeu, a todos, a sua Bênção apostólica.
Fonte: Rádio Vaticano
Falando aos milhares de fiéis e peregrinos que o saudaram com afeto e comoção, Bento XVI ressaltou que, se estivermos unidos a Cristo, não devemos ter medo de combater o mal. Muitas faixas e cartazes levados pelos fiéis e peregrinos para a Praça São Pedro atestavam proximidade e gratidão ao Pontífice. Na saudação aos presentes Bento XVI agradeceu aos que estão rezando por ele, pela Igreja e pelo próximo Papa.
A Quaresma, iniciada com o Rito das Cinzas, é "tempo de conversão e penitência" que deve reorientar-nos "decididamente a Deus, renegando o orgulho e o egoísmo para viver no amor". O Santo Padre iniciou assim a sua meditação sobre o Evangelho dominical que narra as tentações de Jesus no deserto. E ressaltou que a Igreja, mãe e mestra, "convida todos os seus membros a se renovarem no espírito":
"Neste Ano da Fé a Quaresma é um tempo favorável para redescobrir a fé em Deus como critério-base da nossa vida e da vida da Igreja. Isso comporta sempre uma luta, um combate espiritual, porque o espírito do mal naturalmente se opõe à nossa santificação e busca fazer-nos desviar do caminho de Deus."
Em seguida, Bento XVI observou que Jesus é conduzido ao deserto para ser tentado pelo diabo no momento de "iniciar o seu ministério público". Portanto, não um momento casual:
"Jesus teve que desmascarar e repelir as falsas imagens de Messias que o tentador lhe propunha. Mas essas tentações são também falsas imagens do homem, que em todos os tempos insidiam a consciência, travestindo-se de propostas convenientes e eficazes, até mesmo boas."
Os evangelistas Mateus e Lucas, observou, apresentam as tentações diversificando-as por ordem, mas a sua natureza não muda:
"O núcleo central delas consiste sempre no instrumentalizar Deus em função dos próprios interesses, dando mais importância ao sucesso ou aos bens materiais. O tentador é astuto: não impele diretamente em direção ao mal, mas em direção a um falso bem, fazendo crer que as verdadeiras realidades são o poder e aquilo que satisfaz as necessidades primárias."
"Desse modo – acrescentou – Deus torna-se secundário, se reduz a um meio, definitivamente, torna-se irreal, não conta mais, desvanece":
"Nos momentos decisivos da vida, mas, olhando bem, em todos os momentos, encontramo-nos diante de uma bifurcação: queremos seguir o eu ou Deus? O interesse individual ou o verdadeiro Bem, aquilo que realmente é bem?"
As tentações, prosseguiu, fazem parte da "descida" de Jesus à nossa condição humana, "ao abismo do pecado e das suas conseqüências". Uma descida que Jesus fez até os "infernos do extremo distanciamento de Deus". Desse modo, afirmou, Jesus é, portanto, "a mão que Deus estendeu ao homem, à ovelha perdida para reconduzi-la a salvo":
"Portanto, também nós não temos medo de enfrentar o combate contra o espírito do mal: o importante é que o façamos com Ele, com Cristo, o Vencedor. E para estar com Ele dirigimo-nos à Mãe, Maria: invoquemos Nossa Senhora com confiança filial no momento da provação, e ela nos fará sentir a potente presença de seu Filho divino, para repelir as tentações com a Palavra de Cristo, e assim recolocar Deus no centro da nossa vida."
No momento das saudações em diversas línguas, Bento XVI agradeceu àqueles que estão rezando por ele e pela Igreja nestes dias, manifestando afeto e proximidade. Em espanhol, pediu que continuem rezando pelo próximo Papa. Em alemão, pediu aos fiéis que estejam próximos a ele e à Cúria Romana, sobretudo por ocasião desta semana de Exercícios espirituais. Por fim, fez uma calorosa saudação aos presentes de língua italiana, com um pensamento especial aos fiéis e cidadãos de Roma – dos quais é pastor qual Bispo de Roma:
"O brigado por virem tão numerosos! Também isso é um sinal do afeto e da proximidade espiritual que vocês estão me manifestando nestes dias. Saúdo, em particular, a administração de Roma Capital, conduzida pelo prefeito, e com ele saúdo e agradeço a todos os habitantes dessa amada Cidade de Roma."
Num twett, por volta das 12h30 deste domingo, o Pontífice reiterou que a "Quaresma é um tempo favorável para redescobrirmos a fé em Deus como base da nossa vida e da vida da Igreja."
O Santo Padre concedeu, a todos, a sua Bênção apostólica.
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