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sábado, 16 de março de 2013

Imagens da Santa Missa de encerramento do Conclave

Procissão de entrada

Incensação do altar

Ritos Iniciais

Cardeais durante os Ritos Iniciais

Oração Coleta

Liturgia da Palavra

Homilia

Incensação das oferendas

Ritos Finais

Papa Francisco

Imagens do Início do Conclave

Entrada




Oração Inicial

Juramento com a mão sobre o Evangelho

Extra Omnes

Porta lacrada

Fonte: Santa Sé

Homilia do Cardeal Angelo Sodana na Santa Missa Pro Eligendo Pontifice



HOMILIA DO CARDEAL ANGELO SODANO
DECANO DO COLÉGIO CARDINALÍCIO
Basílica Patriarcal de São Pedro
Terça-feira, 12 de março de 2013

Queridos Concelebrantes, distintas Autoridades, Irmãos e Irmãs no Senhor!
"Cantarei, eternamente, as bondades do Senhor" é o canto que mais uma vez ressoou junto ao túmulo do Apóstolo Pedro nesta ora importante da história da Santa Igreja de Cristo. São as palavras do Salmo 88 que afloraram em nossos lábios para adorar, agradecer e suplicar ao Pai que está nos Céus. "Misericordias Domini in aeternum cantabo": é o bonito texto latino, que nos introduziu na contemplação d'Aquele que sempre vela com amor a sua Igreja, sustentado-a em seu caminho ao longo dos séculos e vivificando-a com o seu Espírito Santo.
Também nós hoje com tal atitude interior queremos oferecer-nos com Cristo ao Pai que está nos Céus para agradecer-lhe pela amorosa assistência que sempre reserva à sua Santa Igreja e em particular pelo luminoso Pontificado que nos concedeu com a vida e as obras do 265º Sucessor de Pedro, o amado e venerado Pontífice Bento XVI, ao qual neste momento renovamos toda a nossa gratidão.
Ao mesmo tempo hoje queremos implorar do Senhor que mediante a solicitude pastoral dos Padres Cardeais queira em breve conceder outro Bom Pastor à sua Santa Igreja. Certamente, auxilia-nos nesta ora a fé na promessa de Cristo sobre o caráter indefectível da sua Igreja. De fato, Jesus disse a Pedro: "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (cfr. Mt 16,18).
Meus irmãos, as leituras da Palavra de Deus que acabamos de ouvir podem nos ajudar a compreender melhor a missão que Cristo confiou a Pedro e a seus Sucessores.
1. A mensagem do amor
A primeira leitura repropôs-nos um célebre oráculo messiânico da segunda parte do livro de Isaías, aquela parte que é chamada "o Livro da consolação" (Is 40-66). É uma profecia dirigida ao povo de Israel destinado ao exílio na Babilônia. Deus anuncia para o povo de Israel o envio de um Messias cheio de misericórdia, um Messias que poderá dizer: "O espírito do Senhor repousa sobre mim... enviou-me a levar a boa nova aos humildes, curar os corações doloridos, anunciar aos cativos a redenção, aos prisioneiros a liberdade, proclamar um ano de graças da parte do Senhor" (Is 61,1-3)
O cumprimento de tal profecia realizou-se plenamente em Jesus, vindo ao mundo para tornar presente o amo do Pai pelos homens. É um amor que se faz notar particularmente no contato com o sofrimento, a injustiça, a pobreza, com todas as fragilidades do homem, tanto físicas quanto morais. É conhecida, a esse propósito, a célebre Encíclica do Papa João Paulo II Dives in misericordia, que acrescentava: "o modo e o âmbito em que se manifesta o amor são chamados na linguagem bíblica «misericórdia» (Ibidem, n. 3).
Esta missão de misericórdia foi confiada por Cristo aos Pastores da sua Igreja. É uma missão que empenha todo sacerdote e bispo, mas empenha ainda mais o Bispo de Roma, Pastor da Igreja universal. De fato, Jesus disse a Pedro: "Simão, filho de João, amas-me mais do que estes?... Apascenta os meus cordeiros" (Jo 21,15). É conhecido o comentário de S. Agostinho a essas palavras de Jesus: "seja, portanto, missão do amor apascentar o rebanho do Senhor"; "sit amoris officium pascere dominicum gregem" (In Iohannis Evangelium, 123, 5; PL 35, 1967).
Na realidade, é este amor que impele os Pastores da Igreja a realizar a sua missão de serviço aos homens de todos os tempos, do serviço caritativo mais imediato até o serviço mais alto, o serviço de oferecer aos homens a luz do Evangelho e a força da graça.
Assim o indicou Bento XVI na Mensagem para a Quaresma deste ano (cfr. n. 3). De fato, lemos em tal mensagem: "De fato, por vezes tende-se a circunscrever a palavra «caridade» à solidariedade ou à mera ajuda humanitária; é importante recordar, ao invés, que a maior obra de caridade é precisamente a evangelização, ou seja, o «serviço da Palavra». Não há ação mais benéfica e, por conseguinte, caritativa com o próximo do que repartir-lhe o pão da Palavra de Deus, fazê-lo participante da Boa Nova do Evangelho, introduzi-lo no relacionamento com Deus: a evangelização é a promoção mais alta e integral da pessoa humana. Como escreveu o Servo de Deus Papa Paulo VI, na Encíclica Populorum progressio, o anúncio de Cristo é o primeiro e principal fator de desenvolvimento (cf. n. 16)".
2. A mensagem da unidade
A segunda leitura é extraída da Carta aos Efésios, escrita pelo Apóstolo Paulo justamente nesta cidade de Roma durante a sua primeira prisão (anos 62-63 d.C.).
É uma leitura sublime na qual Paulo apresenta o mistério de Cristo e da Igreja. Enquanto a primeira parte é mais doutrinal (cap. 1-3), a segunda, onde se insere o texto que ouvimos, é de tom mais pastoral (cap. 4-6). Nesta parte Paulo ensina as conseqüências práticas da doutrina apresentada antes e começa com um forte apelo à unidade eclesial: "Exorto-vos, pois – prisioneiro que sou pela causa do Senhor – que leveis uma vida digna da vocação à qual fostes chamados, com toda a humildade, mansidão, e paciência. Suportai-vos caridosamente uns aos outros. Esforçai-vos por conservara unidade do Espírito no vínculo da paz (Ef 4,1-3)".
S. Paulo explica em seguida que na unidade da Igreja existe uma diversidade de dons, segundo a multiforme graça de Cristo, mas essa diversidade está em função da edificação do único corpo de Cristo: "A uns ele constituiu apóstolos; a outros, profetas; a outros, evangelistas, pastores, doutores, visando o aperfeiçoamento dos cristãos, e o trabalho na obra da construção do corpo de Cristo" (cfr. 4,11-12).
É justamente para a unidade do seu Corpo Místico que Cristo em seguida enviou o seu Espírito Santo e, ao mesmo tempo, estabeleceu os seus Apóstolos, entre os quais Pedro tem a primazia como o fundamento visível da unidade da Igreja.
Em nosso texto São Paulo ensina-nos que também todos nós devemos colaborar para edificar a unidade da Igreja, porque para realizá-la é necessária "a colaboração de cada conexão, segundo a energia própria de cada membro" (Ef 4,16). Todos nós, portanto, somos chamados a cooperar com o Sucessor de Pedro, fundamento visível de tal unidade eclesial.
3. A missão do Papa
Irmãos e irmãs no Senhor, o Evangelho de hoje reconduz-nos à última ceia, quando o Senhor disse aos seus Apóstolos: "Este é o meu mandamento: que vós ameis uns aos outros, com eu vos amei" (Jo 15,12). O texto se une assim também à primeira leitura do profeta Isaías sobre o agir do Messias, para recordar-nos que a atitude fundamental dos Pastores da Igreja é o amor. É aquele amor que nos impele a oferecer a própria vida pelos irmãos. De fato, Jesus nos diz: "ninguém tem um amor maior do que este: dar a vida pelos próprios amigos" (Jo 15,12).
A atitude fundamental de todo bom Pastor é, portanto, dar a vida por suas ovelhas(cfr Jo 10,15). Isto vale, sobretudo, para o Sucessor de Pedro, Pastor da Igreja universal. Porque quanto mais alto e mais universal é o ofício pastoral, tanto maior deve ser a caridade do Pastor. Por isto no coração de todo Sucessor de Pedro sempre ressoaram as palavras que o Divino Mestre dirigiu um dia ao humilde pescador da Galileia: "Diligis me plus his? Pasce agnos meos... pasce oves meas"; "Amas-me mais do que estes? Apascenta os meus cordeiros... apascenta as minhas ovelhas!" (cfr. Jo 21,15-17).
No sulco deste serviço de amor pela Igreja e pela humanidade inteira, os últimos Pontífices foram artífices de muitas iniciativas benéficas também para os povos e a comunidade internacional, promovendo sem cessar a justiça e a paz. Rezemos para que o futuro Papa possa continuar esta incessante obra em nível mundial.
Ademais, este serviço de caridade faz parte da natureza íntima da Igreja. Recordou-nos isso o Papa Bento XVI dizendo-nos: "também o serviço da caridade é uma dimensão constitutiva da missão da Igreja e é expressão irrenunciável da sua própria essência" (Carta Apostólica em forma de Motu proprio Intima Ecclesiae natura, 11 de novembro de 2012, proêmio; cfr. Carta Encíclica Deus caritas est, n. 25).
É uma missão de caridade que é própria da Igreja, e de modo particular é própria da Igreja de Roma, que, segundo a bela expressão de S. Inácio de Antioquia, é a Igreja que "preside à caridade"; "praesidet caritati" (cfr. Ad Romanos, praef.: Lumen gentium, n. 13).
Meus irmãos, rezemos a fim de que o Senhor nos conceda um Pontífice que realize com coração generoso tal nobre missão. É o que Lhe pedimos por intercessão de Maria Santíssima, Rainha dos Apóstolos, e de todos os Mártires e Santos que ao longo dos séculos deram glória a esta igreja de Roma. Amém!

Fonte: Santa Sé



quinta-feira, 14 de março de 2013

Bendito o que vem em nome do Senhor!


Certo galileu de nome Jesus disse a Simão: “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”. Dois mil anos depois desta edificação, todo o mundo foi surpreendido com a renúncia do Papa Bento XVI, no dia 11 de fevereiro. Dezessete dias depois (28) a renúncia do papa se formalizava e ele deixava o Vaticano. Mas a questão era: quem seria o novo Sumo Pontífice? Mais de 200 cardeais foram até Roma para as reuniões gerais para decidirem questões importantes acerca do futuro da Igreja. Evidentemente, durante estes dias várias especulações surgiram para dizer quem seria o novo papa. Vários nomes eram cogitados, mas nenhum estava na lista do Espírito Santo. O fato é que todo o mundo, mesmo quem diz não ser católico, olhava atentamente para a chaminé mais famosa do mundo em busca de um sinal. E eis que no dia 12 começa o Conclave. Durante o juramento na Capela Sistina, os papáveis passavam e todos davam sua opinião sobre quem ocuparia a Cátedra de São Pedro. Mas o que poucos perceberam foi um cardeal sereno e tranquilo que fez seu juramento de forma breve. As surpresas estavam reservadas para a tarde do segundo dia do Conclave, pois no primeiro e no segundo pela manhã, uma fumaça negra tomou conta da Praça de São Pedro. Um sinal veio nos alertar sobre o novo papa que estava para chegar: uma gaivota pousa sobre a chaminé. Às 15h07 (horário de Brasília), os meios de comunicação noticiavam o que era esperado: fumaça branca! Novo papa! Quem será? Temos que confessar, foi angustiante a espera entre o toque dos sinos e a saída do Cardeal Jean-Louis Tauran para fazer o anúncio. Milhares de possibilidades passavam na cabeça naquele momento. O mundo inteiro parou para ouvir duas pequenas palavras que mudariam muita coisa: Habemus Papam! A alegria foi contagiante e a ansiedade para saber quem era o novo papa estava por acabar. Mais uma vez o ditado se cumpriu: quem entra papa, sai cardeal! De fato foi. Enquanto todos esperavam um dos nomes cogitados, o Cardeal Tauran anuncia: Jorge Mario Cardeal Bergoglio. Quem é ele? Ninguém sabia. Apenas sabíamos que seu nome seria Francisco. Um argentino é o novo papa, um latino-americano, um jesuíta. Vamos cumprir a primeira ordem que ele nos pediu em suas primeiras palavras: “rezem por mim!”. Peçamos ao Senhor que Francisco seja missionário, humilde e místico. Agora faz sentido aquela gaivota na chaminé. Talvez ela já soubesse que o novo papa teria o nome do padroeiro dos animais. Não nos apeguemos com primeiras afirmações, lembremos, antes, o que o Cristo disse a Pedro: “As portas do inferno não irão prevalecer”. 

terça-feira, 12 de março de 2013

EXTRA OMNES!




Mons. Guido Marini entoa o Extra Omnes e pede para todos se retirarem. O Conclave começou e estamos aguardando pelo primeiro sinal, seja fumaça branca ou preta.

domingo, 10 de março de 2013

Atenção para o Conclave!

Caros leitores, na próxima terça-feira (12), inicia-se o Conclave para a escolha do novo papa, sucessor de Bento XVI. É importante estarmos atentos para não perdermos o solene anúncio do novo papa. Segundo informações do L'Osservatore Romano, a fumaça sairá da Capela Sistina às 8h da manhã e 15h da tarde, horários de Brasília. São feitas duas votações pela manhã e duas pela tarde. Fiquemos atento e desde já rezemos pela escolha do novo Papa!


sexta-feira, 8 de março de 2013

Anunciada a data do Conclave

A oitava Congregação Geral do Colégio dos Cardeais, encerrada no final da tarde desta sexta-feira, decidiu que o Conclave para a eleição do novo Pontífice terá início na próxima terça-feira, 12 de março de 2013.

Pela manhã, na Basílica de São Pedro, será celebrada a Missa ‘Pro eligendo Pontifice’ e na parte da tarde a entrada dos Cardeais na Capela Sistina, para o Conclave. 


Fonte: Rádio Vaticano

sábado, 2 de março de 2013

Considerações sobre a renúncia do Papa Bento XVI




Caros leitores, como já é do conhecimento de todos, nosso amado Papa Bento XVI vai renunciar oficialmente no dia de hoje. Às 20 horas (horário de Roma e 16h de Brasília), o Papa Bento subirá num helicóptero que o levará até Castel Gandolfo onde ficará até mais ou menos inicio de maio, depois seguirá para o mosteiro onde irá morar o resto da vida. Todos nós ainda estamos conturbados e, em certo sentido, tristes com esta notícia da renúncia do Santo Padre. Realmente, era algo que não estava planejado nem esperado. Mas o próprio papa afirmou que tomou esta decisão há alguns meses atrás e que essa medida exigiu constantes reflexões e meditações. Desde o dia 11 deste mês, quando anunciou a renúncia, novas informações foram surgindo a respeito do próprio papa e de acontecimentos dos anos passados. Duas notícias chamaram a atenção: o fato de o papa usar um marca-passo há alguns anos e a batida que sofreu em sua cabeça durante a viagem apostólica a Cuba no ano passado.






Esta semana, foi divulgado um boletim da Sala de Imprensa do Vaticano, que diz respeito sobre as vestimentas do papa e demais adereços. Portanto, o papa Bento XVI continuará a ser chamado de Papa, ou, formalmente, Sumo Pontífice Emérito Bento XVI. Sua vestimenta continuará a ser a batina branca, porém sem a manteleta e sem o anel de pescador, que pode ser usado somente pelo pontífice em exercício, uma vez que possui seu brasão para ser marcado em documentos pontifícios. O papa emérito também não poderá mais usar os tradicionais múleos, os sapatos vermelhos do Papa, pois eles indicam que quem usa está no posto de Santo Padre.
Como Papa emérito, Bento XVI deixará de usar os múleos



Para a próxima semana, o Vaticano adiantou que terão início as Congregações Gerais, que são reuniões entre todos os cardeais para decidirem assuntos urgentes da Igreja, sendo o principal a data do início do Conclave. Todos os cardeais devem participar das Congregações Gerais, mesmo aqueles que tem mais de 80 anos.
Posteriormente, terá início o Conclave, do qual participarão cerca de 115 cardeais com menos de 80 anos. Qualquer fiel católico batizado e que professa regularmente sua fé pode ser eleito papa, ou seja, o papa não precisa necessariamente ser um cardeal, pode ser um bispo, monsenhor, padre e até mesmo diácono. Mas casos como estes não acontecem há muito tempo e várias características são levadas em consideração para a eleição do novo sucessor de Pedro.

Procissão dos cardeais para o Conclave



O Conclave tem início com a procissão de todos os cardeais até a Capela Sistina, acompanhados pelo canto da Litaniae Sanctuorum (Ladainha dos Santos). Assim que todos chegarem ao local, é feito o juramento de fidelidade e segredo por todos os cardeais. Caso algum deles conte o que viu e o que votou no Conclave, está automaticamente excomungado. Porém antes de começar a eleição, o Mestre de Cerimônias Pontifícias, Mons. Guido Marini, entoará à porta da capela, o famoso Extra Omnes, que quer dizer que todo mundo que não pertence aquele momento deve se retirar dali. Ficam na Capela Sistina junto com os cardeais, o Mestre de Cerimônias e o Secretário da Congregação dos Bispos, que é o antigo Núncio Apostólico do Brasil, Dom Lorenzo Baldisseri. Das outras vezes, eram realizadas duas votações pela manhã e duas pela tarde, sendo que se o novo papa fosse eleito, o anúncio seria feito por volta do meio-dia, à tarde, ou à noite.


O Mestre de Cerimônias do Papa João Paulo II, entoa o Extra Omnes. A partir deste momento, todos os que não fazem parte do Conclave devem se retirar. Este ano, o Extra Omnes será entoado por Mons. Guido Marini.



Para que um cardeal seja eleito papa, ele deve receber dois terços dos votos, mais um, o que caracteriza a maioria dos cardeais. Os cardeais ao votarem, devem escrever com uma letra diferente daquela habitual que usam e dizer uma fórmula ao colocar a cédula na urna. Se o papa não for eleito, os papeis são queimados e uma fumaça preta indica a indecisão e que haverá uma nova eleição. Se a fumaça que sair for branca, significa que o novo papa está eleito. Então, o Mestre de Cerimônias chama mais dois cerimoniários e o cardeal proto-diácono pergunta ao novo papa se ele aceita o cargo de sumo pontífice e como quer ser chamado. Em seguida, ele troca de roupa e é feito o anúncio na sacada da janela principal da Basílica de São Pedro:


O Cardeal Medina Estevez anuncia o Habemus Papam




Fratelli e Sorelli carissimi
Dear brothres and sisters
Queridisimos hermanos y hermanas
Amados irmãos e irmãs
Annuntio vobis, gaudium Magnum
HABEMUS PAPAM
Eminentissimum, ac Reverendíssimum dominum N. Sancte Romanae Eclesiae, cardinalem N.
Qui sibi nomen imposuit, N.


Eu vos anuncio uma grande alegria
TEMOS UM PAPA
Eminentíssimo e Reverendíssimo senhor N. Cardeal da Santa Igreja Romana N.
Que possuirá o nome de N.

Em seguida o novo papa aparece na janela, saúda os fieis e concede sua primeira bênção.



Assista no vídeo acima, o Habemus Papam de 2005, anunciando a eleição do Cardeal Ratzinger, futuro Bento XVI


















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