Páginas

Mostrando postagens com marcador São Josemaria Escrivá. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador São Josemaria Escrivá. Mostrar todas as postagens

sábado, 17 de maio de 2014

Comemoramos hoje os 22 anos da beatificação de São Josemaria Escrivá

Nesta sábado, dia 17 de maio, comemoramos os 22 anos da beatificação de São Josemaria Escrivá, um dos grandes santos do século XX. O Fundador do Opus Dei foi chamado por São João Paulo II como o "Santo do Cotidiano", pois sempre ensinou a nos santificar pelas pequenas ações do dia-dia.
Para comemorar esta data, publicamos a homilia de São João Paulo II na cerimônia de beatificação.

No mesmo dia foi também beatificada Santa Josefina Bakhita.

necessário passar por muitas tribulações para entrar no Reino de Deus" (Act 14, 22).
Aos dois discípulos que percorriam a estrada para Emaús, Jesus disse-lhes: "Não era necessário que o Messias padecesse tudo isto para entrar na sua glória?" (Lc 24, 26).
Na primeira Leitura, por outro lado, fez-se ouvir a voz dos Apóstolos Paulo e Barnabé, que "confortam e exortam os seus discípulos a permanecer na fé" (cfr. Act 14, 22). Eles anunciavam a mesma verdade de que tinha falado Cristo no caminho para Emaús; uma verdade confirmada com a sua vida e com a sua morte. "É necessário passar por muitas tribulações para entrar no Reino de Deus".
Através de muitas gerações, ao longo dos séculos, os discípulos de Cristo crucificado e ressuscitado escolhem o mesmo caminho, o caminho que Ele lhes tinha indicado.
"Dei-vos o exemplo" (Jo 13, 15).

Hoje oferece-se-nos a ocasião de fixar uma vez mais o nosso olhar nesta via de salvação - o caminho para a santidade - detendo-nos por um instante sobre as figuras de duas pessoas que, daqui por diante chamaremos "Beatos": Josemaria Escrivá de Balaguer, sacerdote, Fundador do Opus Dei e Josefina Bakhita, Filha da Caridade, canossiana.
A Igreja deseja servir e professar toda a verdade sobre Cristo: ela deseja ser dispenseira de todo o mistério do seu Redentor: se o caminho para o Reino de Deus, passa através de muitas tribulações, então no seu termo se encontrará também a participação na glória: aquela glória que Cristo nos revelou na sua Ressurreição.
A medida de semelhante glória é dada pela nova Jerusalém anunciada pelas palavras inspiradas do Apocalipse de São João: "Eis a morada de Deus com os homens! Ele habitará com eles, eles serão o Seu povo, e Ele será "Deus com eles"" (Apoc 21, 3).
"Eis que renovo todas as coisas" (Apoc 21, 5), diz o Senhor glorioso. O caminho para aquela "novidade" definitiva de todas as coisas passa, aqui na terra, pelo "mandamento novo": "Que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei" (Jo 13, 34). Este mandamento novo ocupou o centro da vida de dois filhos exemplares da Igreja que hoje, na alegria pascal, são proclamados Beatos.

Josemaria Escrivá de Balaguer, nasceu numa família profundamente cristã, já na adolescência percebeu a chamada de Deus a uma vida de maior entrega. Poucos anos depois de ser ordenado sacerdote, iniciou a missão fundacional a que dedicaria 47 anos de amorosa e infatigável solicitude em favor dos sacerdotes e leigos do que é hoje a Prelatura do Opus Dei.
A vida espiritual e apostólica do novo Beato esteve fundamentada em saber-se, pela fé, filho de Deus em Cristo. Dessa fé se alimentava o seu amor ao Senhor, o seu ímpeto evangelizador, a sua alegria constante, mesmo nas grandes provas e dificuldades que teve de suportar. "Ter a cruz é encontrar a felicidade, a alegria, - diz-nos numa das suas meditações -; ter a cruz é identificar-se com Cristo, é ser Cristo e, por isso, ser filho de Deus".
Com sobrenatural intuição, o Beato Josemaria pregou incansavelmente o chamamento universal à santidade e ao apostolado. Cristo convoca todos a santificar-se na realidade da vida quotidiana; por isso o trabalho é também meio de santificação pessoal e de apostolado quando se vive em união com Jesus Cristo, pois o Filho de Deus, ao encarnar, se uniu de certo modo a toda a realidade do homem e a toda a criação (cfr. Dominum et vivificantem, 50). Numa sociedade em que o afã desenfreado de possuir coisas materiais, as converte num ídolo e motivo de afastamento de Deus, o novo Beato recorda-nos que essas realidades, criaturas de Deus e do engenho humano, se se usam rectamente para Glória do Criador e ao serviço dos irmãos, podem ser caminho para o encontro dos homens com Cristo. "Todas as coisas da terra - ensinava -, também as actividades terrenas e temporais dos homens, têm de ser levadas a Deus" (Carta, 19-III-1954).
"Bendirei para sempre o Teu nome, meu Deus e meu Rei". Esta aclamação que fizemos no Salmo responsorial é como o compêndio da vida espiritual do Beato Josemaria. O seu grande amor a Cristo, por quem se sente fascinado, leva-o a consagrar-se para sempre a Ele, e a participar no mistério da sua paixão e ressurreição. Ao mesmo tempo, o seu amor filial à Virgem Maria, leva-o a imitar as suas virtudes. "Bendirei o Teu nome para todo o sempre": eis o hino que brotava espontâneamente da sua alma e que o impelia a oferecer a Deus tudo aquilo que era seu e quanto o rodeava. De facto, a sua vida reveste-se de humanismo cristão com o selo inconfundível da bondade, da mansidão de coração, o sofrimento escondido com que Deus purifica e santifica os seus eleitos.

A actualidade e transcendência desta mensagem espiritual, profundamente enraizada no Evangelho, são evidentes como o mostra também a fecundidade com que Deus abençoou a vida e obra de Josemaria Escrivá. A sua terra natal, Espanha, honra-se com este seu filho, sacerdote exemplar, que soube abrir novos horizontes apostólicos à acção missionária e evangelizadora. Que esta gozosa celebração seja ocasião propícia que encoraje todos os membros do Opus Dei a uma maior entrega, na sua resposta ao chamamento à santificação e a uma mais generosa participação na vida eclesial, sendo sempre testemunhas dos genuínos valores evangélicos, o que se deverá traduzir num entusiástico dinamismo apostólico, com particular atenção para os pobres e necessitados.

Também na Beata Josefina Bakhita encontramos uma testemunha eminente do amor paternal de Deus e um sinal esplendoroso da perene actualidade das Bem-aventuranças. Nascida no Sudão, em 1869, raptada por negreiros, quando criança, e várias vezes vendida nos mercados africanos, conheceu as atrocidades de uma escravidão, que lhe deixou no corpo profundos sinais da crueldade humana.
Apesar destas experiências de dor, a sua inocência permaneceu íntegra, rica de esperança. "Como escrava nunca me desesperei - dizia - porque sentia dentro de mim uma força misteriosa que me amparava". O nome Bakhita - como lhe tinham chamado os seus raptores - significa Afortunada e tal, de facto, se tornou, graças ao Deus de toda a consolação, que a segurava sempre pela mão e caminhava ao lado dela.
Chegada a Veneza, pelas vias misteriosas da Divina Providência, Bakhita bem depressa se abria à graça. O baptismo e, depois de alguns anos, a profissão religiosa entre as Irmãs Canossianas, que a tinham acolhido e instruído, foram as consequências lógicas da descoberta do tesouro evangélico, pelo qual sacrificou tudo, também o seu retorno, sendo livre, à terra natal. Como Madalena de Canossa, também ela queria viver só para Deus, e com constância heróica encaminhou-se, humilde e confiante, pela via da fidelidade ao maior amor. A sua fé era sólida, límpida, ardente. "Se soubésseis que grande alegria é conhecer Deus", costumava repetir.

A nova Beata passou 51 anos de vida religiosa canossiana, deixando-se guiar pela obediência num empenho quotidiano, humilde e escondido, mas rico de genuína caridade e de oração. Os habitantes de Schio, onde residiu durante quase o tempo todo, bem cedo descobriram na sua "Mãe Morena" - chamavam-lhe assim - uma humanidade rica no dom, uma força interior não comum que atraía. A sua vida consumiu-se numa incessante oração de anseio missionário, numa fidelidade humilde e heróica à caridade, que lhe permitiu viver a liberdade dos filhos de Deus e promovê-la em redor de si.
No nosso tempo, em que a corrida desenfreada ao poder, ao dinheiro e ao prazer causa tanto desencorajamento, violência e solidão, a Irma Bakhita é-nos dada de novo pelo Senhor como irmã universal, para que nos revele o segredo da felicidade mais verdadeira: as Bem-aventuranças.
A sua é uma mensagem de bondade heróica, à imagem da bondade do Pai celeste. Ela deixou-nos um testemunho de reconciliação e de perdão evangélicos, que levará certamente conforto aos cristãos da sua pátria, o Sudão, tão duramente provados por um conflito que continua há muitos anos, e que causou tantas vítimas. A fidelidade e a esperança deles são motivo de orgulho e de acção de graças para toda a Igreja. Neste momento de grandes tribulações, a irmã Bakhita precede-nos na via da imitação de Cristo, do aprofundamento da vida cristã e da inabalável dedicação à Igreja. Ao mesmo tempo desejo, mais uma vez, dirigir um premente apelo aos responsáveis do destino do Sudão, a fim de que dêem realização aos afirmados ideais de paz e de concórdia; a fim de que o respeito dos direitos fundamentais do homem - e, em primeiro lugar, do direito à liberdade religiosa - seja garantido a todos,
sem
discriminações étnicas ou religiosas.
Muito preocupante é a situação das centenas de milhar de refugiados das regiões meridionais, que a guerra constrangiu a abandonar casa e trabalho; recentemente também foram obrigados a deixar os campos, onde tinham encontrado alguma forma de assistência e foram levados para lugares desérticos, e até foi impedida a passagem livre dos combóios de socorro das agências internacionais. A situação deles é trágica e não pode deixar-nos insensíveis.
Recomendo vivamente às Entidades internacionais de assistência que continuem a enviar a sua ajuda providente, necessária e urgente.
Ao saudar a delegação da Igreja do Sudão, presente nesta celebração, dirijo um afectuoso pensamento, acompanhado pela oração, a toda a Igreja naquele País: aos Bispos, ao clero diocesano e missionário, aos Leigos empenhados na pastoral, e também aos Catequistas, colaboradores generosos e necessários para a propagação da Verdade, da Palavra e do Amor de Deus. As populações do Sudão estão sempre presentes no meu coração e nas minhas orações: confio-as à intercessão da nova Beata Josefina Bakhita.

"Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros como eu vos amei. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros" (Jo 13, 34-35). Nesta frase evangélica encontramos a síntese de toda a santidade; a santidade que alcançaram por caminhos diversos, mas convergentes na única meta, Josemaria Escrivá de Balaguer e Josefina Bakhita. Amaram a Deus com todas as forças do seu coração e deram prova de uma caridade vivida até ao heroísmo, mediante obras de serviço aos homens seus irmãos. Por isso a Igreja os eleva à honra dos altares e os apresenta como exemplos na imitação de Cristo, que nos amou e se deu a si mesmo por cada um de nós (cfr. Gál 2, 20).

"Agora é glorificado o Filho do homem, e Deus é glorificado n'Ele" (Jo 13, 31): o mistério pascal da glória.
Através do Filho do homem esta glória estende-se a todas as coisas visíveis e invisíveis: "Louvamos-Te, Senhor, por todas as Tuas obras, e bendizemos-Te na Tua fidelidade. Apregoamos a glória do Vosso Reino" (Sl 144, 10-11). Diz o Filho do Homem: "Não tinha... de sofrer essas coisas para entrar na sua glória?". Eis aqueles que, de geração em geração, seguiram Cristo: "Através de muitas tribulações, eles entraram no Reino de Deus".
"O Vosso Reino estende-se por todos os séculos".

segunda-feira, 15 de julho de 2013

O Escapulário de Nossa Senhora do Carmo segundo São Josemaria Escrivá

Traz sobre o peito o santo escapulário do Carmo. - Poucas devoções (há muitas, e muito boas devoções marianas) estão tão arraigadas entre os fiéis e têm tantas bênçãos dos Pontífices. - Além disso, é tão maternal este privilégio sabatino!
Caminho, 500.

Mãe! - Chama-a bem alto. - Ela, a tua Mãe Santa Maria, escuta-te, vê-te em perigo talvez, e oferece-te, com a graça do seu Filho, o consolo do seu regaço, a ternura das suas carícias. E encontrar-te-ás reconfortado para a nova luta.
Caminho, 516

Não estás só. - Aceita com alegria a tribulação. - É verdade, pobre menino, que não sentes na tua mão a mão de tua Mãe. - Mas... não tens visto as mães da terra, de braços estendidos, seguir os seus pequenos quando se aventuram, receosos, a dar os primeiros passos sem a ajuda de ninguém? - Não estás só; Maria está ao pé de ti.
Caminho, 900

Permite-me um conselho, para que o ponhas diariamente em prática: quando o coração te fizer notar as suas baixas tendências, reza devagar à Virgem Imaculada: - "Olha-me com compaixão, não me deixes, minha Mãe!". E aconselha-o a outros.
Sulco, 849

A nossa Mãe é modelo de correspondência à graça e, ao contemplarmos a sua vida, o Senhor dar-nos-á luz para que saibamos divinizar a nossa existência vulgar. Durante o ano, quando celebramos as festas marianas, e cada dia em várias ocasiões, nós, os cristãos, pensamos muitas vezes na Virgem. Se aproveitamos esses instantes, imaginando como se comportaria a nossa Mãe nas tarefas que temos de realizar, iremos aprendendo a pouco e pouco, até que acabaremos por nos parecermos com Ela, como os filhos se parecem com a sua mãe.

Imitar, em primeiro lugar, o seu amor. A caridade não se limita a sentimentos: há-de estar presente nas palavras e, sobretudo, nas obras. A Virgem não só disse fiat, mas também cumpriu essa decisão firme e irrevogável a todo o momento. Assim, também nós, quando o amor de Deus nos ferir e soubermos o que Ele quer, devemos comprometer-nos a ser fiéis, leais, mas a sê-lo efetivamente. Porque nem todo o que me diz: Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus; mas o que faz a vontade de meu Pai, que está nos Céus, esse entrará no reino dos Céus.

Temos de imitar a sua natural e sobrenatural elegância. Ela é uma criatura privilegiada na História da Salvação, porque em Maria o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Foi testemunha delicada, que soube passar inadvertida; não foi amiga de receber louvores, pois não ambicionou a sua própria glória. Maria assiste aos mistérios da infância de seu Filho, mistérios, se assim se pode dizer, cheios de normalidade; mas à hora dos grandes milagres e das aclamações das massas desaparece. Em Jerusalém, quando Cristo - montado sobre um jumentinho - é vitoriado como Rei, não está Maria. Mas reaparece junto da Cruz, quando todos fogem. Este modo de se comportar tem o sabor, sem qualquer afetação, da grandeza, da profundidade, da santidade da sua alma!

Procuremos aprender, seguindo também o seu exemplo de obediência a Deus, numa delicada combinação de submissão e de fidalguia. Em Maria, nada existe da atitude das virgens néscias, que obedecem, sim, mas como insensatas. Nossa Senhora ouve com atenção o que Deus quer, pondera aquilo que não entende, pergunta o que não sabe. Imediatamente a seguir, entrega-se sem reservas ao cumprimento da vontade divina: “eis aqui a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a Vossa palavra”. Vedes esta maravilha? Santa Maria, mestra de toda a nossa conduta, ensina-nos agora que a obediência a Deus não é servilismo, não subjuga a consciência, pois move-nos interiormente a descobrirmos a liberdade dos filhos de Deus.
Cristo que passa, 173

Fonte: Site São Josemaria Escrivá


domingo, 13 de maio de 2012

Novena do perdão - Último dia

 Caros leitores, chegamos ao fim da nossa novena do perdão, junto de São Josemaria Escrivá. No último dia pedimos para que Maria, Mãe de Deus e nossa, nos ajude neste caminho do perdão. Pedimos isso hoje, dia de Nossa Senhora de Fátima.



Reflexão: Palavras de São Josemaria Escrivá
O coração dulcíssimo de Maria deve ter sofrido muito ao presenciar a crueldade coletiva, o  encarniçamento que foi, da parte dos verdugos, a Paixão e Morte de Jesus. Mas Maria não fala. Como seu Filho, ama, cala e perdoa. Essa é a força do amor (Amigos de Deus, n. 237).
Quando somos verdadeiramente filhos de Maria, nosso coração se dilata e revestimo-nos de entranhas de misericórdia (É Cristo que passa, n.146).
Acostuma-te a colocar o teu pobre coração no Doce e Imaculado Coração de Maria, para que o purifique de tanta escória, e te leve ao Coração Sacratíssimo e Misericordioso de Jesus (Sulco, n. 830).
Pedido
Mãe de misericórdia, Consoladora dos aflitos, Refúgio dos pecadores, tu que estiveste unida ao Sacrifício de Jesus, quando derramava o sangue na Cruz para lavar-nos dos nossos pecados, tem compaixão de nós, pobres pecadores, que não conseguimos perdoar.
Faz com que, quando sintamos que nos queima o rancor, a raiva ou o desejo de desforra, nos lembremos de ti; faz com que não esqueçamos que temos uma Mãe que nos ama e que quer aquecer a dureza do nosso coração com o calor do seu Coração Imaculado.
Acolhe-nos, Mãe, no teu regaço como crianças pequenas, acalma com o teu sorriso a nossa cólera, alcança-nos de teu Filho o dom de desculpar, de esquecer e de não remoer amarguras; e também o de amar e querer bem os que não nos querem bem. Leva-nos, Mãe – como pede São Josemaria – bem dentro do Coração Sacratíssimo e Misericordioso de Jesus.
Rezar a oração a São Josemaria
Ó Deus, que por mediação da Santíssima Virgem Maria, concedestes inumeráveis graças a São Josemaria, sacerdote, escolhendo-o como instrumento fidelíssimo para fundar o Opus Dei, caminho de santificação no trabalho profissional e no cumprimento dos deveres cotidianos do cristão, fazei que eu saiba também converter todos os momentos e circunstâncias da minha vida em ocasião de Vos amar, e de servir com alegria e com simplicidade a Igreja, o Romano Pontífice e as almas, iluminando os caminhos da terra com o resplendor da fé e do amor. Concedei-me  por intercessão de São Josemaria o favor que vos peço. Assim seja.
Pai Nosso, Ave-Maria, Glória.

sábado, 12 de maio de 2012

Novena do Perdão - Oitavo Dia

 Caros leitores, oitavo dia da novena do perdão. Junto com São Josemaria Escrivá, rezamos hoje para não sermos vingativos e devolvermos o mal com o bem.


Reflexão: Palavras de São Josemaria Escrivá
 À nossa reincidência no mal, responde Jesus com a sua insistência em redimir-nos, com abundância de perdão (Via Sacra 7ª est.).
Valem tanto os homens, a sua vida e a sua felicidade, que o próprio Filho de Deus se entrega para os redimir, para os purificar, para os elevar (É Cristo que passa, n.165).
Tarefa do cristão: afogar o mal em abundância de bem (Sulco, n. 864).
Acostuma-te a apedrejar esses pobres “odiadores”, respondendo às suas pedradas com Ave-Marias(Forja, n. 650).
Pedido
Bom Jesus, eu reconheço que, quando me sinto ofendido, começa a ferver dentro de mim  o desejo de revidar. Exatamente o que Tu não fizeste!
Como é difícil conter a fantasia das vinganças pequenas ou grandes que a minha imaginação arquiteta. E, no entanto, sei que deveria pensar em perdoar!
Faz, Senhor, que quando me sinta assim, venham à minha memória as tuas palavras: «Fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos maltratam e perseguem» (Mt 5,44), e as de São Paulo: «Não te deixes vencer pelo mal, mas triunfa do mal com o bem» (Rm 12,21).
Eu te suplico, Senhor, que a meditação das palavras de São Josemaria para o dia de hoje desperte em mim, por sua intercessão, resoluções de rezar sempre pelos que me causam um mal e de lhes desejar o bem, de «afogar o mal em abundância de bem».
Rezar a oração a São Josemaria
Ó Deus, que por mediação da Santíssima Virgem Maria, concedestes inumeráveis graças a São Josemaria, sacerdote, escolhendo-o como instrumento fidelíssimo para fundar o Opus Dei, caminho de santificação no trabalho profissional e no cumprimento dos deveres cotidianos do cristão, fazei que eu saiba também converter todos os momentos e circunstâncias da minha vida em ocasião de Vos amar, e de servir com alegria e com simplicidade a Igreja, o Romano Pontífice e as almas, iluminando os caminhos da terra com o resplendor da fé e do amor. Concedei-me  por intercessão de São Josemaria o favor que vos peço. Assim seja.
Pai Nosso, Ave-Maria, Glória.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Novena do Perdão - Sétimo Dia

 Caros leitores, sétimo dia da novena do perdão, rezando para aprendermos a dar o primeiro passo para perdoarmos.


Reflexão: Palavras de São Josemaria Escrivá
 Nosso Pai do Céu perdoa qualquer ofensa quando o filho volta de novo para Ele. Nosso Senhor é de tal modo Pai, que prevê os nossos desejos de sermos perdoados e a eles se antecipa, abrindo-nos os braços com a sua graça (É Cristo que passa, n. 64).
O Senhor tomou a iniciativa, vindo ao nosso encontro. Deu-nos esse exemplo (Amigos de Deus, n. 228).
No Sacramento da Penitência tu e eu nos revestimos de Jesus Cristo e dos seus merecimentos(Caminho, n. 310).
Pedido
Deus, Pai de misericórdia, abro o Evangelho e vejo que Jesus me pede dar sempre o primeiro passo da reconciliação, ser eu o primeiro a tomar a iniciativa de pedir e oferecer perdão: «Deixa a tua oferta diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão» (Mt 5,24).
É justo que me peças isso porque assim Tu o fizeste. De fato, São Paulo diz que «quando éramos pecadores, Cristo morreu por nós» (Rm 5,8).
Meu Deus, como me custa dar esse passo quando estou convencido de que a razão está comigo e o ofendido sou eu! Parece-me algo sobrehumano. Só com a tua força, Senhor!
São Josemaria, intercede por mim para que me decida a procurar o auxílio de Deus fazendo uma Confissão sincera, pois é nesse Sacramento que posso achar a graça de que preciso.
Rezar a oração a São Josemaria
Ó Deus, que por mediação da Santíssima Virgem Maria, concedestes inumeráveis graças a São Josemaria, sacerdote, escolhendo-o como instrumento fidelíssimo para fundar o Opus Dei, caminho de santificação no trabalho profissional e no cumprimento dos deveres cotidianos do cristão, fazei que eu saiba também converter todos os momentos e circunstâncias da minha vida em ocasião de Vos amar, e de servir com alegria e com simplicidade a Igreja, o Romano Pontífice e as almas, iluminando os caminhos da terra com o resplendor da fé e do amor. Concedei-me  por intercessão de São Josemaria o favor que vos peço. Assim seja.
Pai Nosso, Ave-Maria, Glória.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Novena do Perdão - Sexto Dia

 Caros leitores, estamos no sexto dia da nossa novena do perdão e hoje rezamos, junto de São Josemaria Escrivá, para vencermos as discórdias familiares.



Reflexão: Palavras de São Josemaria Escrivá
 O convívio é possível quando todos se empenham em corrigir as deficiências próprias e procuram passar por alto as faltas dos outros (Questões atuais do Cristianismo, n. 108).
A paciência nos leva a ser compreensivos com os outros, persuadidos de que as almas, como o bom vinho, melhoram com o tempo (Amigos de Deus, n. 78).
O amor deve ser sacrificado, diário, feito de mil detalhes de compreensão, de sacrifício silencioso, de dedicação que não se percebe (É Cristo que passa, n. 36).
De calar não te arrependerás nunca; de falar, muitas vezes (Caminho, n. 639).
Pedido
Meu Deus, Tu sabes que me custa muito desculpar na vida familiar as faltas de consideração para comigo: faltas de atenção, de respeito, de paciência e de delicadeza; e sabes que me custa ainda mais admitir que também eu caio nessas mesmas falhas.
Peço-te ajuda para que, com a tua graça e pela intercessão de São Josemaria, seja capaz de vencer a falsa autoestima e de viver como nos pede São Paulo: «com toda a humildade e mansidão, com grandeza de alma, suportando-vos mutuamente com caridade» (Ef 4,2).
Livra-me, Senhor, da obsessão teimosa de achar que só eu estou certo; da grosseria, da impaciência perante pequenas faltas, das discussões por coisas sem transcendência… Peço-te a caridade de saber calar, sorrir, fazer boa cara, e pedir desculpas pelos meus excessos ao corrigir. E, se acaso houver necessidade, peço-te o espírito heróico de perdão com que acolheste Judas no Horto, na hora da traição.
Rezar a oração a São Josemaria
Ó Deus, que por mediação da Santíssima Virgem Maria, concedestes inumeráveis graças a São Josemaria, sacerdote, escolhendo-o como instrumento fidelíssimo para fundar o Opus Dei, caminho de santificação no trabalho profissional e no cumprimento dos deveres cotidianos do cristão, fazei que eu saiba também converter todos os momentos e circunstâncias da minha vida em ocasião de Vos amar, e de servir com alegria e com simplicidade a Igreja, o Romano Pontífice e as almas, iluminando os caminhos da terra com o resplendor da fé e do amor. Concedei-me  por intercessão de São Josemaria o favor que vos peço. Assim seja.
Pai Nosso, Ave-Maria, Glória.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Novena do Perdão - Quinto Dia

 Caros leitores, entramos no quinto dia da nossa novena do perdão. Hoje rezamos para vencer o ressentimento.



Reflexão: Palavras de São Josemaria Escrivá
Que alma tão estreita a dos que guardam zelosamente a sua “lista de agravos”!… Com esses infelizes, é impossível conviver (Sulco, n.738).
 Perdoar. Perdoar com toda a alma e sem resquício de rancor! Atitude sempre grande e fecunda.  – Esse foi o gesto de Cristo ao ser pregado na Cruz: “Pai, perdoa-os, porque não sabem o que fazem”. E daí veio a tua salvação e a minha (Sulco, n. 805).
Deus não se escandaliza dos homens. Deus não se cansa com as nossas infidelidades (É Cristo que passa, n. 64).
 Nunca maltratei ninguém que me tenha virado as costas, nem mesmo quando, aos meus desejos de ajudar, me pagava com um desaforo (Amigos de Deus, n. 59).
Pedido
Meu Deus, eu sei que o ressentimento é uma ferida que o amor-próprio orgulhoso abre e remexe no coração, que é uma gangrena que o ódio cultiva dentro da alma.
Eu o temo, meu Deus, porque já o descobri dentro de mim, agarrado como um câncer.
Alguém dizia que o ressentimento é o forno do diabo. Tinha razão. Eu mesmo sinto que o rancor é um fogo maldito que queima o amor, a compreensão e a paz que deveriam marcar sempre o relacionamento entre os filhos de Deus.
Livra-me dele, Jesus! Ajuda-me a tirar esse mal por meio da confissão frequente. Concede-me, por intercessão de São Josemaria, forças do Céu para perdoar, para esquecer. Que eu não guarde nenhum rancor. Pelo contrário, que guarde as minhas mágoas dentro do teu Coração e ali aprenda a dizer: «Pai, perdoa-os!» (Lc 23,34)
Ó Deus, que por mediação da Santíssima Virgem Maria, concedestes inumeráveis graças a São Josemaria, sacerdote, escolhendo-o como instrumento fidelíssimo para fundar o Opus Dei, caminho de santificação no trabalho profissional e no cumprimento dos deveres cotidianos do cristão, fazei que eu saiba também converter todos os momentos e circunstâncias da minha vida em ocasião de Vos amar, e de servir com alegria e com simplicidade a Igreja, o Romano Pontífice e as almas, iluminando os caminhos da terra com o resplendor da fé e do amor. Concedei-me  por intercessão de São Josemaria o favor que vos peço. Assim seja.
Pai Nosso, Ave-Maria, Glória.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Novena do Perdão - Quarto Dia

 Caros leitores, rezamos hoje o quarto dia da novena do perdão, junto de São Josemaria Escrivá. Pedimos hoje a graça de vencer a ira. Rezemos:


Reflexão: Palavras de São Josemaria Escrivá
 Isso mesmo que disseste, dize-o em outro tom, sem ira, e ganhará força o teu raciocínio, e sobretudo não ofenderás Deus (Caminho, n. 9).
Não repreendas quando sentes a indignação pela falta cometida. – Espera pelo dia seguinte, ou mais tempo ainda. – E depois, tranquilo e com a intenção purificada, não deixes de repreender.- Conseguirás mais com uma palavra afetuosa do que com três horas de briga. – Modera o teu gênio(Caminho, n. 10).
Cala-te sempre que sintas dentro de ti o referver da indignação. – Ainda que estejas justissimamente irado.  – Porque, apesar da tua discrição, nesses instantes sempre dizes mais do que quererias dizer (Caminho, n. 656).
Pedido
Penso, Jesus, em ti e nas tuas palavras: «Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração» (Mt 11,29). E depois penso em mim: nas minhas irritações, nas minhas reações violentas, na minha brusquidão, na ira que ferve por dentro, achando que é lógico tratar duramente os outros porque “eu tenho razão”. E, mesmo assim, julgo-me cristão!
Cristão mesmo era São Paulo, que pedia: «Toda amargura, ira, indignação, gritaria e calúnia sejam desterradas do meio de vós» (Ef 4,31). Cristão era São Josemaria, que respondia às calúnias com a atitude constante de «calar, trabalhar, perdoar, sorrir». Só saía em defesa da justiça quando a injúria feria coisas de Deus ou terceiras pessoas inocentes.
Coração manso e humilde de Jesus, por intercessão de São Josemaria, faz o meu coração semelhante ao teu.
Rezar a oração a São Josemaria
Ó Deus, que por mediação da Santíssima Virgem Maria, concedestes inumeráveis graças a São Josemaria, sacerdote, escolhendo-o como instrumento fidelíssimo para fundar o Opus Dei, caminho de santificação no trabalho profissional e no cumprimento dos deveres cotidianos do cristão, fazei que eu saiba também converter todos os momentos e circunstâncias da minha vida em ocasião de Vos amar, e de servir com alegria e com simplicidade a Igreja, o Romano Pontífice e as almas, iluminando os caminhos da terra com o resplendor da fé e do amor. Concedei-me  por intercessão de São Josemaria o favor que vos peço. Assim seja.
Pai Nosso, Ave-Maria, Glória.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...