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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Imagens da Santa Missa da Noite de Natal no Vaticano

No último dia 24 de dezembro, o Papa Francisco presidiu a Santa Missa da Noite de Natal (Missa do Galo) na Basílica de São Pedro no Vaticano. Antes do início da celebração houve o canto das Kalendas, seguido do desvelamento da imagem do Menino Jesus.

As imagens aqui postadas se encontram no site da Santa Sé e no Facebook.

Canto das Kalendas   



Desvelamento da imagem do Menino Jesus

Oração Coleta

Durante a proclamação do Evangelho

Veneração ao livro dos Evangelhos

"Et incarnatus est" (Credo Niceno-Constantinopolitano)

Apresentação das Oferendas

Consagração do Pão

Bênção Final

Incensação da imagem do Menino Jesus já no presépio.

Basílica de São Pedro durante a celebração

Homilia do Papa Francisco na Santa Missa da Noite de Natal

NATAL DO SENHOR
HOMILIA DO PAPA FRANCISCO

Basílica Vaticana
Quinta-feira, 24 de Dezembro de 2015

Nesta noite, resplandece «uma grande luz» (Is 9, 1); sobre todos nós, brilha a luz do nascimento de Jesus. Como são verdadeiras e actuais as palavras que ouvimos do profeta Isaías: «Multiplicaste a alegria, aumentaste o júbilo» (9, 2)! O nosso coração já estava cheio de alegria vislumbrando este momento; mas, agora, aquele sentimento multiplica-se e sobreabunda, porque a promessa se cumpriu: finalmente realizou-se. Júbilo e alegria garantem-nos que a mensagem contida no mistério desta noite provém verdadeiramente de Deus. Não há lugar para a dúvida; deixemo-la aos cépticos, que, por interrogarem apenas a razão, nunca encontram a verdade. Não há espaço para a indiferença, que domina no coração de quem é incapaz de amar, porque tem medo de perder alguma coisa. Fica afugentada toda a tristeza, porque o Menino Jesus é o verdadeiro consolador do coração.
Hoje, o Filho de Deus nasceu: tudo muda. O Salvador do mundo vem para Se tornar participante da nossa natureza humana: já não estamos sós e abandonados. A Virgem oferece-nos o seu Filho como princípio de vida nova. A verdadeira luz vem iluminar a nossa existência, muitas vezes encerrada na sombra do pecado. Hoje descobrimos de novo quem somos! Nesta noite, torna-se-nos patente o caminho que temos de percorrer para alcançar a meta. Agora, deve cessar todo o medo e pavor, porque a luz nos indica a estrada para Belém. Não podemos permanecer inertes. Não nos é permitido ficar parados. Temos de ir ver o nosso Salvador, deitado numa manjedoura. Eis o motivo do júbilo e da alegria: este Menino «nasceu para nós», foi-nos «dado a nós», como anuncia Isaías (cf. 9, 5). A um povo que, há dois mil anos, percorre todas as estradas do mundo para tornar cada ser humano participante desta alegria, é confiada a missão de dar a conhecer o «Príncipe da paz» e tornar-se um instrumento eficaz d’Ele no meio das nações.
Por isso, quando ouvirmos falar do nascimento de Cristo, permaneçamos em silêncio e deixemos que seja aquele Menino a falar; gravemos no nosso coração as suas palavras, sem afastar o olhar do seu rosto. Se O tomarmos nos nossos braços e nos deixarmos abraçar por Ele, dar-nos-á a paz do coração que jamais terá fim. Este Menino ensina-nos aquilo que é verdadeiramente essencial na nossa vida. Nasce na pobreza do mundo, porque, para Ele e sua família, não há lugar na hospedaria. Encontra abrigo e protecção num estábulo e é deitado numa manjedoura para animais. E todavia, a partir deste nada, surge a luz da glória de Deus. A partir daqui, para os homens de coração simples, começa o caminho da verdadeira libertação e do resgate perene. Deste Menino, que, no seu rosto, traz gravados os traços da bondade, da misericórdia e do amor de Deus Pai, brota – em todos nós, seus discípulos, como ensina o apóstolo Paulo – a vontade de «renúncia à impiedade» e à riqueza do mundo, para vivermos «com sobriedade, justiça e piedade» (Tt 2, 12).
Numa sociedade frequentemente embriagada de consumo e prazer, de abundância e luxo, de aparência e narcisismo, Ele chama-nos a um comportamento sóbrio, isto é, simples, equilibrado, linear, capaz de individuar e viver o essencial. Num mundo que demasiadas vezes é duro com o pecador e brando com o pecado, há necessidade de cultivar um forte sentido da justiça, de buscar e pôr em prática a vontade de Deus. No seio duma cultura da indiferença, que não raramente acaba por ser cruel, o nosso estilo de vida seja, pelo contrário, cheio de piedade, empatia, compaixão, misericórdia, extraídas diariamente do poço de oração.
Como os pastores de Belém, possam também os nossos olhos encher-se de espanto e maravilha, contemplando no Menino Jesus o Filho de Deus. E, diante d’Ele, brote dos nossos corações a invocação: «Mostra-nos, Senhor, a tua misericórdia, concede-nos a tua salvação» (Sal 85/84, 8).

Fonte: Site da Santa Sé

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Imagens da Santa Missa do Batismo do Senhor no Vaticano

Caros leitores, no último domingo o Papa Francisco presidiu a Santa Missa da Festa do Batismo do Senhor na Capela Sistina e, seguindo a tradição, realizou o batizado de algumas crianças, 32 ao total. Nesta celebração o Santo Padre usou o altar fixo e, portanto, celebrou versus Deum, ou seja, voltado para Deus, como já havia feito em 2013 no túmulo de João Paulo II.












Homilia do Papa na Festa do Batismo do Senhor

HOMILIA DO PAPA FRANCISCO
Capela Sistina
Domingo, 12 de Janeiro de 2014

Jesus não tinha necessidade de ser baptizado, mas os primeiros teólogos afirmam que, com o seu corpo, com a sua divindade, no baptismo benzeu todas as águas, para que as águas tivessem o poder de conferir o Baptismo.
E em seguida, antes de subir ao Céu, Jesus disse-nos para ir por todo o mundo a baptizar. E a partir daquele momento, até aos dias de hoje, esta é uma cadeia ininterrupta: baptizavam-se os filhos, e depois os filhos baptizavam os filhos, e os filhos... E ainda hoje esta corrente continua.
Estas crianças são o elo de uma corrente. Vós, pais, tendes um filho ou uma filha para baptizar, mas daqui a alguns anos serão eles que terão um filho para baptizar, ou um pequeno neto... Esta é a cadeia da fé! O que significa isto? Só gostaria de vos dizer o seguinte: vós sois aqueles que transmitem a fé, os transmissores; vós tendes o dever de transmitir a fé a estas crianças. Eis a herança mais bonita que vós lhes deixareis: a fé! Somente isto. Hoje, levai este pensamento para casa. Nós temos o dever de ser transmissores da fé. Pensai nisto, pensai sempre sobre o modo de transmitir a fé aos vossos filhos.
Hoje o coro canta, mas o coro mais bonito é este das crianças, que fazem barulho... Algumas choram, porque não se sentem à vontade ou porque têm fome: mães, se elas têm fome, dai-lhes de comer, tranquilas, porque aqui elas são as protagonistas. E agora, com esta consciência de ser transmissores da fé, continuemos a cerimónia do Baptismo.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Homilia do Papa na Solenidade da Santa Mãe de Deus

SANTA MISSA NA SOLENIDADE
DE MARIA SANTÍSSIMA MÃE DE DEUS
XLVII DIA MUNDIAL DA PAZ

HOMILIA DO PAPA FRANCISCO

Basílica Vaticana
Quarta-feira
, 1° de Janeiro de 2014

             

A primeira leitura propôs-nos a antiga súplica de bênção que Deus sugerira a Moisés, para que a ensinasse a Aarão e seus filhos: «O Senhor te abençoe e te proteja. O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e te seja favorável. O Senhor dirija para ti o seu olhar e te conceda a paz» (Nm 6, 24-26). É muito significativo ouvir estas palavras de bênção no início dum novo ano: acompanharão o nosso caminho neste tempo que se abre diante de nós. São palavras que dão força, coragem e esperança; não uma esperança ilusória, assente em frágeis promessas humanas, nem uma esperança ingénua que imagina melhor o futuro, simplesmente porque é futuro. Esta esperança tem a sua razão de ser precisamente na bênção de Deus; uma bênção que contém os votos maiores, os votos da Igreja para cada um de nós, repletos da protecção amorosa do Senhor, da sua ajuda providente.

Os votos contidos nesta bênção realizaram-se plenamente numa mulher, Maria, enquanto destinada a tornar-Se a Mãe de Deus, e realizaram-se n’Ela antes de toda a criatura.

Mãe de Deus. Este é o título principal e essencial de Nossa Senhora. Trata-se duma qualidade, duma função que a fé do povo cristão, na sua terna e genuína devoção à Mãe celeste, desde sempre Lhe reconheceu.

Lembremos aquele momento importante da história da Igreja Antiga que foi o Concílio de Éfeso, no qual se definiu com autoridade a maternidade divina da Virgem. Esta verdade da maternidade divina de Maria ecoou em Roma, onde, pouco depois, se construiu a Basílica de Santa Maria Maior, o primeiro santuário mariano de Roma e de todo o Ocidente, no qual se venera a imagem da Mãe de Deus – a Theotokos – sob o título de Salus populi romani. Diz-se que os habitantes de Éfeso, durante o Concílio, se teriam congregado aos lados da porta da basílica onde estavam reunidos os Bispos e gritavam: «Mãe de Deus!» Os fiéis, pedindo que se definisse oficialmente este título de Nossa Senhora, demonstravam reconhecer a sua maternidade divina. É a atitude espontânea e sincera dos filhos, que conhecem bem a sua Mãe, porque A amam com imensa ternura. Mais ainda: é o sensus fidei do povo santo de Deus que nunca, na sua unidade, nunca erra.

Desde sempre Maria está presente no coração, na devoção e sobretudo no caminho de fé do povo cristão. «A Igreja caminha no tempo (...). Mas, nesta caminhada, a Igreja procede seguindo as pegadas do itinerário percorrido pela Virgem Maria» (João Paulo II, Enc. Redemptoris Mater, 2). O nosso itinerário de fé é igual ao de Maria; por isso, A sentimos particularmente próxima de nós! No que diz respeito à fé, que é o fulcro da vida cristã, a Mãe de Deus partilhou a nossa condição, teve de caminhar pelas mesmas estradas, às vezes difíceis e obscuras, trilhadas por nós, teve de avançar pelo «caminho da fé»  (Conc. Ecum. Vat. II, Const. Lumen gentium, 58).

O nosso caminho de fé está indissoluvelmente ligado a Maria, desde o momento em que Jesus, quando estava para morrer na cruz, no-La deu como Mãe, dizendo: «Eis a tua mãe!» (Jo 19, 27). Estas palavras têm o valor dum testamento, e dão ao mundo uma Mãe. Desde então, a Mãe de Deus tornou-Se também nossa Mãe! Na hora em que a fé dos discípulos se ia quebrantando com tantas dificuldades e incertezas, Jesus confiava-lhes Aquela que fora a primeira a acreditar e cuja fé não desfaleceria jamais. E a «mulher» torna-Se nossa Mãe, no momento em que perde o Filho divino. O seu coração ferido dilata-se para dar espaço a todos os homens, bons e maus, todos; e ama-os como os amava Jesus. A mulher que, nas bodas de Caná da Galileia, dera a sua colaboração de fé para a manifestação das maravilhas de Deus na mundo, no Calvário mantém acesa a chama da fé na ressurreição do Filho, e comunica-a aos outros com carinho maternal. Assim Maria torna-Se fonte de esperança e de alegria verdadeira.
A Mãe do Redentor caminha diante de nós e sempre nos confirma na fé, na vocação e na missão. Com o seu exemplo de humildade e disponibilidade à vontade de Deus, ajuda-nos a traduzir a nossa fé num anúncio, jubiloso e sem fronteiras, do Evangelho. Deste modo, a nossa missão será fecunda, porque está modelada pela maternidade de Maria. A Ela confiamos o nosso itinerário de fé, os desejos do nosso coração, as nossas necessidades, as carências do mundo inteiro, especialmente a sua fome e sede de justiça, de paz e de Deus; e invoquemo-La todos juntos; sim, convido-vos a invocá-La três vezes, à imitação dos irmãos de Éfeso, dizendo-Lhe: Mãe de Deus! Mãe de Deus! Mãe de Deus! Amen.

Imagens da Santa Missa na Solenidade da Santa Mãe de Deus no Vaticano

 Caros leitores, no dia primeiro de janeiro, Solenidade da Santa Mãe de Deus, o Papa Francisco presidiu sua primeira missa no ano de 2014. Publicamos abaixo algumas imagens da celebração, que podem ser conferidas na página de Mons. Guido Marini no Facebook. Para a celebração, o Santo Padre usou uma casula branca ornada de um galão azul, cor litúrgica que representa a Virgem Maria.


Procissão de entrada

Veneração ao Menino Jesus

Incensação da imagem da Virgem Maria

Liturgia da Palavra


Durante o Evangelho
 
Bênção com o Livro dos Evangelhos

Homilia

Santo Padre recebe os dons do pão e do vinho

Veneração ao Menino Jesus

Diálogo com Mons. Guido Marini

Procissão de saída

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Homilia do Papa nas Primeiras Vésperas da Santa Mãe de Deus e Te Deum

CELEBRAÇÃO DAS PRIMEIRAS VÉSPERAS
DA SOLENIDADE DE MARIA SANTÍSSIMA MÃE DE DEUS
E RECITAÇÃO DO TE DEUM

HOMILIA DO PAPA FRANCISCO

Basílica Vaticana
Terça-feira, 31 de Dezembro de 2013

            
O apóstolo João define o tempo presente de modo claro: «Chegou a última hora» (1 Jo 2, 18). Esta afirmação — que recorre na missa de 31 de Dezembro — significa que com a vinda de Deus na história já estamos no tempo «último», depois do qual a passagem final será a segunda e definitiva vinda de Cristo. Naturalmente fala-se aqui da qualidade do tempo, não da quantidade. Com Jesus veio a «plenitude» do tempo, plenitude de significado e plenitude de salvação. E não voltará a haver uma nova revelação, mas a manifestação plena do que Jesus já revelou. Neste sentido estamos na «última hora»; cada momento da nossa vida não é provisório, é definitivo, e cada uma das nossas acções estão cheias de eternidade; com efeito, a resposta que damos hoje a Deus que nos ama em Jesus Cristo, incide sobre o nosso futuro.

A visão bíblica e cristã do tempo e da história não é cíclica, mas linear: é um caminho que se orienta para um cumprimento. Por conseguinte, um ano que transcorreu não nos leva a uma realidade que acaba, mas a uma realidade que se cumpre, é mais um passo rumo à meta que está diante de nós: uma meta de esperança e uma meta de felicidade, porque encontramos Deus, razão da nossa esperança e fonte da nossa alegria.

No momento em que termina o ano de 2013, recolhamos, como que num cesto, os dias, as semanas, os meses que vivemos, para oferecer tudo ao Senhor. E questionemo-nos corajosamente: como vivemos o tempo que Ele nos concedeu? Usamo-lo sobretudo para nós mesmos, para os nossos interesses, ou soubemos usá-lo também para os outros? Quanto tempo dedicámos a estar com Deus, na oração, no silêncio, na adoração?

E depois consideremos: nós cidadãos romanos, pensamos também nesta cidade de Roma. O que aconteceu este ano? O que está a acontecer e o que acontecerá? Como é a qualidade da vida nesta Cidade? Depende de todos nós! Como é a qualidade da nossa «cidadania»? Este ano contribuímos, nas nossas possibilidades, para a tornar vivível, organizada, acolhedora? Com efeito, o rosto de uma cidade é como um mosaico cujas peças são todos os que nela habitam. Certamente, quem está investido de autoridade tem maiores responsabilidades, mas cada um de nós é co-responsável, no bem e no mal.

Roma é uma cidade com uma beleza única. O seu património espiritual e cultural é extraordinário. Contudo, também em Roma há tantas pessoas marcadas por misérias materiais e morais, pessoas pobres, infelizes, sofredoras, que interpelam a consciência de cada cidadão. Talvez em Roma se sinta mais forte este contraste entre o ambiente majestoso e cheio de beleza artística e o mal-estar social de quem tem mais dificuldades.

Roma é uma cidade cheia de turistas, mas também cheia de refugiados. Roma está cheia de pessoas que trabalham, mas também de pessoas que não encontram trabalho ou desempenham funções mal pagas e por vezes indignas; e todos têm o direito de ser tratados com a mesma atitude de acolhimento e de igualdade, porque cada um é portador de dignidade humana.

É o último dia do ano. O que faremos, como nos comportaremos no próximo ano, para melhorar um pouco a nossa Cidade? A Roma do ano novo terá um rosto mais bonito se for ainda mais rica de humanidade, hospitaleira, acolhedora, se todos nós estivermos atentos e formos generosos em relação a quem vive em dificuldade; se soubermos colaborar com espírito construtivo e solidário, para o bem de todos. A Roma do ano novo será melhor se não houver pessoas que olham para ela «de longe», para um postal, que olham para a sua vida só «da varanda», sem se interessar pelos tantos problemas humanos, problemas de homens e mulheres que, no final... e do princípio, quer queiramos quer não, são nossos irmãos. Nesta perspectiva, a Igreja de Roma sente-se comprometida a dar a sua contribuição para a vida e para o futuro da Cidade — é o seu dever —, sente-se comprometida a animá-la com o fermento do Evangelho, a ser sinal e instrumento da misericórdia de Deus.

Concluímos esta tarde o Ano do Senhor de 2013 agradecendo e também pedindo perdão. As duas coisas juntas: agradecendo e pedindo perdão. Agradecendo por todos os benefícios que Deus nos concedeu, e sobretudo pela sua paciência e fidelidade, que se manifestam na sucessão dos tempos, mas de modo singular na plenitude do tempo, quando «Deus enviou o Seu Filho, nascido de mulher» (Gl 4, 4). A Mãe de Deus, em cujo nome amanhã começaremos uma nova etapa da nossa peregrinação terrena, nos ensine a acolher o Deus feito homem, para que cada ano, mês e dia esteja repleto do seu Amor eterno. Assim seja!


Imagens das Primeiras Vésperas da Solenidade da Santa Mãe de Deus e Te Deum no Vaticano

 Caros leitores, no dia 31 de dezembro, último do ano, o Papa Francisco presidiu a oração das Primeiras Vésperas da Solenidade de Maria Mãe de Deus e o canto do Te Deum em ação de graças pelo ano de 2013. Muitos talvez percebam que o Santo Padre está com um inchaço do lado direito do rosto, especialmente nos lábios. Segundo informações, não é nada preocupante mas que acontece com frequência ao Santo Padre.
 
Procissão de entrada


Hino de Vésperas

Salmodia


Homilia

Imposição do Incenso

Bênção Eucarística


Procissão Final

Momento de oração no presépio montado na Praça de São Pedro


 

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

SOLENIDADE DE SANTA MARIA MÃE DE DEUS



Alma Redemptoris Mater, quæ pervia cæli
Porta manes, et stella maris, succurre cadenti,
Surgere qui curat, populo: tu quæ genuisti,
Natura mirante, tuum sanctum Genitorem
Virgo prius ac posterius, Gabrielis ab ore
Sumens illud Ave, peccatorum miserere.

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