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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Novena de Finados - Sexto Dia



6º Dia: Quem nos separará do amor de Cristo?
“Alegres vamos à casa do Senhor”.

1.    SINAL DA CRUZ
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Amém.

Meditando hoje a carta de São Paulo aos Romanos, temos que nada irá nos separar do amor de Jesus Cristo; nem mesmo aquelas coisas ou situações que mais nos assustam. Mas e a morte? Pelo contrário, quando morremos, vamos para perto do Senhor, ainda mais se vivemos cada dia mais perto dele através da nossa oração.

2.    LEMBRANDO COM AMOR DOS QUE JÁ FORAM
Num instante de silêncio lembremos de todos os falecidos pelos quais queremos rezar.

3.    ORAÇÃO AO ESPÍRITO SANTO
Invoquemos o Espírito Santo para que nos guie nestes momentos de reflexão e meditação.

Vinde, Espírito Santo,
enchei os corações dos vossos fieis
e acendei neles o fogo do vosso amor.
Enviai o vosso Espírito e tudo será criado
e renovareis a face da terra.

OREMOS:
Deus que instruístes os corações dos vossos fieis com a luz do Espírito Santo,
fazei que apreciemos retamente todas as coisas e gozemos sempre da sua consolação.
Por Cristo, Senhor nosso.
Amém.

4.    EVANGELHO (ou outra leitura Bíblica)
Rm 8
Quem nos separará do amor de Cristo? Tribulações? Angústia? Perseguição? Fome? Nudez? Perigo? Espada? Mas, em tudo isso, somos mais que vencedores, graças àquele que nos amou! Tenho a certeza de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os poderes celestiais, nem o presente, nem o futuro, nem as forças cósmicas, nem a altura, nem a profundeza, nem outra criatura qualquer, será capaz de nos separar do amor de Deus por nós, manifestado em Cristo Jesus, nosso Senhor.
Palavra do Senhor
Graças a Deus.


5.    ATO DE ESPERANÇA
Confiando na misericórdia do Pai para conosco e também para com aqueles que já partiram desta vida, rezemos o ato de esperança:

Espero, Senhor Deus, que, pela vossa graça, hei de conseguir a remissão de todos os pecados e depois desta vida a felicidade eterna, porque vós prometestes, vós que sois infinitamente poderoso, fiel e misericordioso. Nesta esperança, é minha determinação viver e morrer. Amém.

6.    ORAÇÃO FINAL
Que as almas dos fieis defuntos pela misericórdia de Deus descansem em paz.
Amém.

Em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo.
Amém.


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Anunciado novo consistório



Caros leitores, o papa Bento XVI convocou um novo consistório para a criação de seis novos cardeais. O anúncio foi feito na última quarta-feira, ao término da catequese semanal e audiência geral. Vários padres e bispos comentaram e relataram que este consistório realmente foi uma surpresa. A data foi fixada para o dia 24 de novembro, quando celebraremos as Primeiras Vésperas da Solenidade de Cristo Rei do Universo.
            Como de costume, o consistório é realizado numa celebração de vésperas – ou seja, sem Missa – com liturgia da Palavra, Evangelho, Homilia e entrega do barrete e da diaconia, preces e orações finais. No domingo, dia 25, será celebrada uma Santa Missa Solene na Basílica de São Pedro, pelo Papa Bento XVI, onde os novos cardeais tomarão parte na concelebração e receberão o anel cardinalício diretamente das mãos do Santo Padre.
Os seis bispos nomeados são os seguintes:

    Dom James Michael Harvey
Prefeito da Casa Pontifícia. Será nomeado Arcipreste da Basílica Papal de São Paulo Fora dos Muros.

    Sua Beatitude Béchara Boutros Raï
Patriarca de Antioquia dos Maronitas (Líbano)
    Sua Beatitude Baselios Cleemis Thottunkal
Arcebispo-mor de Trivandum dos Sírios-Malancareses da Índia.
    Dom John Olorunfemi Onaiyekan
Arcebispo de Abuja – Nigéria

     Dom Rúben Salaza Gómez
 Arcebispo de Bogotá

     Dom Luis Antonio Tagle
 Arcebispo de Manila – Filipinas




Segundo o próprio Papa, os cardeais desempenham uma função essencial na Igreja. Sua função é de ajudar o sucessor de Pedro no desempenho de seu Ministério de confirmar os cristãos na fé.
O Santo Padre pede que todos nós rezemos pelos novos cardeais, pedindo sempre a intercessão poderosa de Maria Santíssima, para que cada um saiba amar e anunciar com coragem e dedicação e Cristo e sua Igreja.

Imagens da Santa Missa de Encerramento do Sínodo dos Bispos

 Caros leitores, encerrou-se neste domingo, em Roma, o Sínodos dos Bispos para a Nova Evangelização. A Santa Missa foi presidida pelo Papa Bento XVI, em nosso blog você já pode ler a homilia de Sua Santidade e agora publicamos as imagens da celebração.
Crédito das fontes: Serviço Fotográfico da Santa Sé

Bispos e Cardeais durante a procissão de entrada


Santo Padre durante a procissão de entrada

Incensação do Altar

Ritos Iniciais

Santo Padre concede bênção para o diácono proclamar o Evangelho

Evangelho (Incesação do Livro)

Veneração do Evangelho

Homilia


Elevação do Pao
Elevação do Cálice

Santo Padre caminha para a distribuição da comunhão

Comunhão


Procissão de saída


Homilia do Papa na Missa de Encerramento do Sínodo dos Bispos

Venerados Irmãos,
Ilustres Senhores e Senhoras,
Amados irmãos e irmãs!

O milagre da cura do cego Bartimeu ocupa uma posição significativa na estrutura do Evangelho de Marcos. De facto, está colocado no fim da secção designada «viagem para Jerusalém», isto é, a última peregrinação de Jesus para a Cidade Santa, para a Páscoa em que, como Ele sabe, O aguardam a paixão, a morte e a ressurreição. Para subir a Jerusalém a partir do vale do Jordão, Jesus passa por Jericó, e o encontro com Bartimeu tem lugar à saída da cidade, «quando – observa o evangelista – [Jesus] ia a sair de Jericó com os seus discípulos e uma grande multidão» (10, 46), a mesma multidão que, dali a pouco, aclamará Jesus como Messias na sua entrada em Jerusalém. Precisamente na estrada estava sentado a mendigar Bartimeu, cujo nome significa «filho de Timeu», como diz o próprio evangelista. Todo o Evangelho de Marcos é um itinerário de fé, que se desenvolve gradualmente na escola de Jesus. Os discípulos são os primeiros actores deste percurso de descoberta, mas há ainda outros personagens que desempenham papel importante, e Bartimeu é um deles. A sua cura prodigiosa é a última que Jesus realiza antes da sua paixão, e não é por acaso que se trata da cura dum cego, isto é, duma pessoa cujos olhos perderam a luz. A partir de outros textos, sabemos também que a condição de cegueira tem um significado denso nos Evangelhos. Representa o homem que tem necessidade da luz de Deus – a luz da fé – para conhecer verdadeiramente a realidade e caminhar pela estrada da vida. Condição essencial é reconhecer-se cego, necessitado desta luz; caso contrário, permanece-se cego para sempre (cf. Jo 9, 39-41).
Situado naquele ponto estratégico da narração de Marcos, Bartimeu é apresentado como modelo. Ele não é cego de nascença, mas perdeu a vista: é o homem que perdeu a luz e está ciente disso, mas não perdeu a esperança, sabe agarrar a possibilidade deste encontro com Jesus e confia-se a Ele para ser curado. Na realidade, ouvindo dizer que o Mestre passa pela sua estrada, grita: «Jesus, filho de David, tem misericórdia de mim!» (Mc 10, 47), e repete-o vigorosamente (v. 48) E quando Jesus o chama e lhe pergunta que quer d’Ele, responde: «Mestre, que eu veja!» (v. 51). Bartimeu representa o homem que reconhece o seu mal, e grita ao Senhor com a confiança de ser curado. A sua imploração, simples e sincera, é exemplar, tendo entrado na tradição da oração cristã da mesma forma que a súplica do publicano no templo: «Ó Deus, tem piedade de mim, que sou pecador» (Lc 18, 13). No encontro com Cristo, vivido com fé, Bartimeu readquire a luz que havia perdido e, com ela, a plenitude da sua própria dignidade: põe-se de pé e retoma o caminho, que desde então tem um guia, Jesus, e uma estrada, a mesma que Jesus percorre. O evangelista não nos diz mais nada de Bartimeu, mas nele mostra-nos quem é o discípulo: aquele que, com a luz da fé, segue Jesus «pelo caminho» (v. 52).
Num dos seus escritos, Santo Agostinho observa um particular acerca da figura de Bartimeu, que pode ser interessante e significativo também hoje para nós. O santo Bispo de Hipona reflecte sobre o facto de Marcos referir, neste caso, não só o nome da pessoa que é curada, mas também de seu pai, e chega à conclusão de que «Bartimeu, filho de Timeu, era um personagem decaído duma situação de grande prosperidade, e a sua condição de miséria devia ser universalmente conhecida e de domínio público, enquanto não era apenas cego, mas um mendigo que estava sentado na berma da estrada. Por esta razão, Marcos não o quis recordar só a ele, porque o facto de ter recuperado a vista conferiu ao milagre tão grande ressonância como grande era a fama da desventura que atingira o cego» (O consenso dos evangelistas, 2, 65, 125: PL 34, 1138) . Assim escreve Santo Agostinho!
Esta interpretação de Bartimeu como pessoa decaída duma condição de «grande prosperidade» é sugestiva, convidando-nos a reflectir sobre o facto que há riquezas preciosas na nossa vida que podemos perder e que não são materiais. Nesta perspectiva, Bartimeu poderia representar aqueles que vivem em regiões de antiga evangelização, onde a luz da fé se debilitou, e se afastaram de Deus, deixando de O considerarem relevante na própria vida: são pessoas que deste modo perderam uma grande riqueza, «decaíram» duma alta dignidade – não económica ou de poder terreno, mas a dignidade cristã –, perderam a orientação segura e firme da vida e tornaram-se, muitas vezes inconscientemente, mendigos do sentido da existência. São as inúmeras pessoas que precisam de uma nova evangelização, isto é, de um novo encontro com Jesus, o Cristo, o Filho de Deus (cf. Mc 1, 1), que pode voltar a abrir os seus olhos e ensinar-lhes a estrada. É significativo que, no momento em que concluímos a Assembleia sinodal sobre a Nova Evangelização, a Liturgia nos proponha o Evangelho de Bartimeu. Esta Palavra de Deus tem algo a dizer de modo particular a nós que nestes dias nos debruçamos sobre a urgência de anunciar novamente Cristo onde a luz da fé se debilitou, onde o fogo de Deus, à semelhança dum fogo em brasas, pede para ser reavivado a fim de se tornar chama viva que dá luz e calor a toda a casa.
A nova evangelização diz respeito a toda a vida da Igreja. Refere-se, em primeiro lugar, à pastoral ordinária que deve ser mais animada pelo fogo do Espírito a fim de incendiar os corações dos fiéis que frequentam regularmente a comunidade reunindo-se no dia do Senhor para se alimentarem da sua Palavra e do Pão de vida eterna. Aqui gostaria de sublinhar três linhas pastorais que emergiram do Sínodo. A primeira diz respeito aos Sacramentos da iniciação cristã. Foi reafirmada a necessidade de acompanhar, com uma catequese adequada, a preparação para o Baptismo, a Confirmação e a Eucaristia; e reiterou-se também a importância da Penitência, sacramento da misericórdia de Deus. É através deste itinerário sacramental que passa o chamamento do Senhor à santidade, que é dirigido a todos os cristãos. Na realidade, várias vezes se repetiu que os verdadeiros protagonistas da nova evangelização são os santos: eles falam, com o exemplo da vida e as obras da caridade, uma linguagem compreensível a todos.
Em segundo lugar, a nova evangelização está essencialmente ligada à missão ad gentes. A Igreja tem o dever de evangelizar, de anunciar a mensagem da salvação aos homens que ainda não conhecem Jesus Cristo. No decurso das próprias reflexões sinodais, foi sublinhado que há muitos ambientes em África, na Ásia e na Oceânia, onde os habitantes aguardam com viva expectativa – às vezes sem estar plenamente conscientes disso – o primeiro anúncio do Evangelho. Por isso, é preciso pedir ao Espírito Santo que suscite na Igreja um renovado dinamismo missionário, cujos protagonistas sejam, de modo especial, os agentes pastorais e os fiéis leigos. A globalização provocou um notável deslocamento de populações, pelo que se impõe a necessidade do primeiro anúncio também nos países de antiga evangelização. Todos os homens têm o direito de conhecer Jesus Cristo e o seu Evangelho; e a isso corresponde o dever dos cristãos – de todos os cristãos: sacerdotes, religiosos e leigos – de anunciarem a Boa Nova.
Um terceiro aspecto diz respeito às pessoas baptizadas que, porém, não vivem as exigências do Baptismo. Durante os trabalhos sinodais, foi posto em evidência que estas pessoas se encontram em todos os continentes, especialmente nos países mais secularizados. A Igreja dedica-lhes uma atenção especial, para que encontrem de novo Jesus Cristo, redescubram a alegria da fé e voltem à prática religiosa na comunidade dos fiéis. Para além dos métodos tradicionais de pastoral, sempre válidos, a Igreja procura lançar mão de novos métodos, valendo-se também de novas linguagens, apropriadas às diversas culturas do mundo, para implementar um diálogo de simpatia e amizade que se fundamenta em Deus que é Amor. Em várias partes do mundo, a Igreja já encetou este caminho de criatividade pastoral para se aproximar das pessoas afastadas ou à procura do sentido da vida, da felicidade e, em última instância, de Deus. Recordamos algumas missões urbanas importantes, o «Átrio dos Gentios», a missão continental, etc.. Não há dúvida que o Senhor, Bom Pastor, abençoará abundantemente estes esforços que nascem do zelo pela sua Pessoa e pelo seu Evangelho.
Queridos irmãos e irmãs, Bartimeu, uma vez obtida novamente a vista graças a Jesus, juntou-se à multidão dos discípulos, entre os quais havia seguramente outros que, como ele, foram curados pelo Mestre. Assim são os novos evangelizadores: pessoas que fizeram a experiência de ser curadas por Deus, através de Jesus Cristo. Eles têm como característica a alegria do coração, que diz com o Salmista: «O Senhor fez por nós grandes coisas; por isso, exultamos de alegria» (Sal 126/125, 3). Com jubilosa gratidão, hoje também nós nos dirigimos ao Senhor Jesus, Redemptor hominis e Lumen gentium, fazendo nossa uma oração de São Clemente de Alexandria: «Até agora errei na esperança de encontrar Deus, mas porque Vós me iluminais, ó Senhor, encontro Deus por meio de Vós, e de Vós recebo o Pai, torno-me herdeiro convosco, porque não Vos envergonhastes de me ter por irmão. Cancelemos, portanto, cancelemos o esquecimento da verdade, a ignorância; e, removendo as trevas que nos impedem de ver como a névoa nos olhos, contemplemos o verdadeiro Deus...; já que, sobre nós sepultados nas trevas e prisioneiros da sombra da morte, brilhou uma luz do céu [luz] mais pura que o sol, mais doce que a vida nesta terra » (Protrettico, 113, 2–114, 1). Amen.


Rezemos pela saúde do Santo Padre. Para quem assistiu a celebração de ontem, ficou visivel que o Papa está sofrendo com alguns problemas de saúde, principalmente dores de cabeça. Rezemos por ele.


Oração pelos falecidos



            Caros leitores, estamos às portas do mês de novembro e uma das características deste mês é o dia de finados, onde recordamos e rezamos por todas aquelas pessoas que já partiram deste mundo e estão com o Pai. No último domingo, durante as Santas Missas, foram entregues os envelopes para se colocar os nomes dos falecidos das famílias. A novidade deste ano é que os fieis defuntos não serão recordados apenas às segundas-feiras, na Missa própria pelos falecidos. Nossos entes queridos serão recordados também durante as novenas de Nossa Senhora do Carmo, às quartas-feiras. Ademais, esta é uma forma simples, singela e humilde de oferecer o melhor presente para aquelas pessoas tão importantes em nossas vidas.
            Aqui em nosso blog, ofereceremos também a oportunidade de oração pelos fieis defuntos. Portanto, a partir do dia Primeiro de Novembro, abriremos a sub-página intitulado Orações Pelos Falecidos. Basta clicar, entrar na página e colocar o nome do falecido em forma de comentário. Estes nomes serão recolhidos no dia 30 de novembro, imprimidos e ficarão juntos dos outros nomes depositados nos envelopes.

Para colocar o nome do falecido, clique na página destacada em vermelho e formule a sua prece, da forma semelhante com que se faz comentários.
Indulgência para os falecidos
            No dia de Finados, a Igreja concede indulgência plenária para os falecidos. Os instrumentos para que nossos parentes queridos ganhem esta indulgência somos nós mesmos. Portanto, para conceder esta indulgência, cada um deve participar da Santa Missa, visitar um cemitério e rezar um Pai- Nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai nas intenções do Santo Padre.

Observação: Colocar os nomes no blog, não substitui o gesto concreto de colocar os nomes no envelope dado no último domingo. 



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